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Morte de estudante da USP continua um mistério

      
Um mês depois, a morte do estudante da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) Çngelo Coradi Cominelli continua sendo um mistério. Em 17 de outubro, Cominelli participou da Peruada ? tradicional festa dos alunos do curso de direito da USP. Quatro dias depois, seu corpo apareceu boiando no Rio Tietê.

Não há, ainda, nenhuma conclusão sobre a forma como o estudante apareceu morto. A família não acredita em latrocínio ? roubo seguido de morte ? e nem em queda acidental. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML), que poderá determinar de que forma ele morreu, ainda não ficou pronto. No início das investigações, a polícia pediu prioridade ao órgão na elaboração do documento.

Segundo o IML, o exame anátomo patológico está pronto, mas o toxicológico ? que deverá indicar se o estudante ingeriu algum tipo de droga ou álcool durante a festa ? terá que ser refeito porque o material coletado das vísceras de Çngelo estava muito deteriorado pelo estado em que o corpo foi encontrado no rio. Por isso, de acordo com o diretor do IML, Jorge Jarjura, os técnicos não conseguiram chegar a um resultado satisfatório.

O exame será refeito em equipamentos de alta precisão e deverá ficar pronto daqui há 10 ou, no máximo, 15 dias, segundo Jarjura. O tio do rapaz, o prefeito de Cerqueira César, Abel Pedro Ribeiro, município em o aluno da USP morava com os pais e com a irmã antes de vir para São Paulo estudar ? esteve ontem no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para acompanhar as apurações.

O DIáRIO apurou que, além da demora do laudo, os policiais responsáveis pelo caso encontraram dificuldades também com um pedido que fizeram à Justiça para que uma operadora de telefonia celular fornecesse dados sobre as últimas ligações feitas e recebidas pelo estudante na Peruada.

No dia ele se perdeu dos amigos com quem morava em uma república, no Jaguaré, Zona Oeste. O juiz que analisou o pedido entendeu que necessitava de mais argumentos para autorizar a quebra do sigilo telefônico. O Ministério Público interviu e a solicitação foi aceita.

As ligações serão rastreadas para saber de que locais da cidade elas foram realizadas. Isso é possível pela localização da antenas mantidas pela operadora em regiões da Capital. As chamadas feitas pelos colegas de Çngelo naquele dia também estão sendo checadas.

Fonte: Diário de S.Paulo
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