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Computação é o curso mais procurado

      
A lista de concorrentes ao Programa de Avaliação Seriado (PAS) da Universidade de Brasília (UnB), divulgado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) esta semana, revelou números pouco esperados por parte dos estudantes e coordenadores de departamentos. A demanda de 260 inscritos para o curso de Ciências da Computação, que dispõe de apenas 15 vagas, foi uma surpresa agradável para o coordenador do departamento, Marco Aurélio de Carvalho. O curso foi o mais procurado do PAS na prova realizada pelos estudantes que concluíram o Ensino Médio em 2003.

Na opinião de Marco Aurélio, a procura vem crescendo porque houve uma popularização da tecnologia, por meio da Internet. Ele acredita, além disso, que o fato de Brasília ter computadores em 25% das residências maior índice do País ajuda a divulgar o conhecimento da computação e seu espaço no mercado.

O estudante Gustavo Borges, 20 anos, tem a mesma opinião. Ele entrou na UnB pelo PAS, em 2000, e lembra que na época a procura já era grande. Mas também ficou impressionado com a demanda deste ano. Fiquei abismado com o interesse pela computação este ano. Foi mais procurado que Medicina. Essa demanda é por causa da possibilidade de um futuro promissor, opina Gustavo.

Letras
O diretor do Instituto de Letras da UnB, Henry Siewierski, também gostou dos números divulgados. A concorrência no departamento foi de 82 candidatos para cinco vagas (habilitação em Francês. O curso foi o terceiro mais concorrido do programa. O interesse alto e inusitado dos estudantes por Letras fez com que Henry antecipasse decisões. Já estava pensando em pedir um aumento nas vagas para o curso de Francês e no quadro de professores. O curso está ressuscitando. No programa do ano passado, dos 54 estudantes que ingressaram em Letras, só 12 eram para francês, afirma.

A estudante Gláucia Fernandes Gonçalves, 18 anos, diz que a concorrência em Letras se dá pela falta de vagas em outras áreas. Ela diz que só conseguiu entrar na UnB pelo PAS por ter escolhido Letras (Português como segunda língua), já que era um dos cursos com melhor chance. Tem mais inscritos para Português do que Francês, mas também há mais vagas. Depois de entrar na universidade, o aluno pode mudar de habilitação, sugere Gláucia.

Fonte: Jornal de Brasília Online
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