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Na Argentina, desemprego muda perfil

      
Assim como no Brasil, os MBAs surgiram na Argentina nos anos 80. Hoje, existem por lá 14 escolas de negócios, a grande maioria criada por universidades privadas como a Universidade Austral, que há 24 anos lançou o primeiro MBA do país - o de direção de empresas, através de seu Iã, Escola de Direção e Negócios.

- E há cinco anos começamos com o MBA full time (período completo), o único hoje no país. O curso foi pensado para jovens profissionais que tenham, em média, 28 anos, e quatro anos de experiência. Já o executivo é destinado a quem tem, pelo menos, oito anos de experiência - diz Maria Eugenia Iriart, diretora de Admissões do Iã.

Segundo José DApera, secretário-acadêmico de MBA da Universidade UCEMA, o boom do MBA na Argentina surgiu nos anos 90, a partir da fase de estabilização econômica vivida, então, pelo país. As empresas sentiam necessidade de adaptar seus funcionários às tendências que chegavam juntamente com um enorme fluxo de investimentos estrangeiros. Mas hoje o panorama é diferente:

- Aumentou muito a demanda por cursos que incluem matérias sobre projetos individuais, o que está vinculado ao temor pela forte instabilidade no mercado de trabalho, sobretudo nas grandes empresas.

O colapso do sistema financeiro também deu novos contornos aos programas das instituições de ensino, diz DApera:

- O MBA sobre direção de bancos está em baixa.

Entre os novos cursos no mercado portenho está o MBA em Administração de Artes e Espetâculos, da Universidade Nacional de Buenos Aires (UBA).

Fonte: O Globo
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