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EUA: Pentágono contrata até 75 MBAs por ano

      
WASHINGTON. O mercado está ruim para os executivos nos Estados Unidos porque a economia ainda caminha cambaleante. As empresas têm contratado pouco. Por isso há um certo alvoroço quando o general Paul Kern chega à uma universidade em sua campanha de recrutamento. Ele dirige o Comando de Material do Exército e, como se sabe na praça, anda à procura de 50 a 75 MBAs por ano. O salário que o Pentágono oferece a iniciantes é razoável, considerando-se a fragilidade da economia: US$ 5.600 mensais. Em tempos de vacas gordas, quem tem MBA começa a carreira no setor privado ganhando o dobro disso.

Todos os anos cerca de cem mil pessoas com o título chegam ao mercado dos EUA, onde a categoria foi inventada em 1908. A procura pelos cursos é grande, devido à crença de que, sem um diploma desses, será difícil arranjar um emprego ou obter um alto salário. Mas segundo Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford, para os padrões americanos a remuneração não é boa. Embora haja recrutamento de MBAs nas universidades, em especial por bancos de investimentos e consultorias, os salários estão aquém do sonhado pelos estudantes. E o custo dos cursos é alto: numa escola de primeira linha, como Harvard, o programa, de dois anos, sai por US$ 100 mil.

Fonte: O Globo
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