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Quando a empresa escolhe o curso

      
O custo de um MBA não precisa doer só no bolso do profissional. Esse investimento, muitas vezes, é dividido com a empresa - que em geral banca de 40% a 90% do valor. Desde, é claro, que ela aprove o curso, o programa, a instituição de ensino e os horários das aulas, dizem consultores. Critérios que, em sua maioria, permitem que se faça uma avaliação da qualidade do curso.

Segundo Cristina Cerregni, consultora da Adecco, as empresas costumam checar corpo docente e tradição da escola. Já Lúcia Sodré, diretora da Better RH, ressalta que o primeiro passo da empresa é verificar se o programa está ligado à área do profissional:
- ? preciso saber se o MBA trará benefícios a curto prazo e se está de acordo com o plano de carreira do funcionário.

Na Alcoa Alumínio, por exemplo, o MBA faz parte do plano de desenvolvimento do funcionário: quem tem nível superior pode ter metade do curso pago pela companhia.

- Observamos se a escola é reconhecida pelo MEC e se o conteúdo do curso trará impactos para a empresa - diz Sandra Morãs, da área de RH da Alcoa.

Conheça alguns critérios que são utilizados pelas companhias:

CONTEéDO: A empresa costuma checar o programa do curso. E, principalmente, se ele inclui a análise de cases (casos) de companhias em geral.

ESCOLA: Em geral, as empresas vão analisar o nome da instituição no mercado. Além de corpo docente.
HORáRIO: Tem mais chances de ser aprovado um curso que respeita o horário do expediente do profissional.

Fonte: O Globo
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