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Raquel gasta metade da renda de dois empregos

      
A enfermeira Raquel Agostini, 25 anos (foto), de Novo Hamburgo, precisa renegociar a dívida do Programa de Crédito Educativo. Sem dinheiro para pagar à vista, ela torce para que seja considerada a proporção entre o salário do devedor e a prestação.

Desde setembro, Raquel recebe cobrança mensal de R$ 554. Para não cair na inadimplência, ela se esforça para se manter entre os 16% dos gaúchos que quitam a conta, mas não sabe até quando. Seu saldo devedor foi catapultado de R$ 21 mil para R$ 57 mil.

A cobrança é maior do que era a mensalidade da faculdade diz Raquel, afirmando que, quando cursava Enfermagem na Unisinos, a mensalidade era de R$ 300.

Com dois empregos e salário de R$ 1,1 mil, ela teme os oito anos comprometidos com uma dívida que consome metade dos ganhos.

Só vou poder pensar em ter uma casa com quase 40 anos. Abandonei cursos que fazia.

Fonte: Zero Hora
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