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Universidades iniciam auto-avaliação

      
As 2.099 instituições de Ensino Superior públicas e particulates de todo o Brasil iniciaram ontem a auto-avaliação instituída pelo Ministério da Educação (MEC). Para as três universidades da Baixada Santista (UniSantos, Unisanta e Unimes), a avaliação não traz novidades. As instituições já possuem programas próprios para analisar desde a infra-estrutura oferecida até o desempenho dos professores.

A auto-avaliação é um dos métodos previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinãs), criado pelo Governo através da Lei 10.861, de 14 de abril, a mesma que prevê a aplicação do Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (Enade). O sistema é uma exigência prevista na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de dezembro 1996, que tem até o próximo mês de novembro para ser cumprida.

Para fazer a auto-avaliação, as faculdades tiveram de formar as Comissões Próprias de Avaliação (CPAs), que deverão apresentar os resultados do trabalho em até dois anos.

Entre os aspectos que devem ser avaliados, através de questionários e outros instrumentos, estão a missão e o plano de desenvolvimento institucional; a política para o ensino (pesquisa, pós-graduação, extensão, bolsas etc); responsabilidade social; a comunicação com a sociedade; políticas de pessoal; infra-estrutura física; sustentabilidade financeira, entre outros itens.

Sem novidade
A pró-reitora acadêmica da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes), Vera Aparecida Taboada Raphãlli, comenta que a instituição já possui uma equipe de avaliação interna desde que foi criada, em 1996. "Hoje não se muda nada dentro da universidade sem avaliação". Para ela, o sistema do MEC não vai mudar o que já vem sendo feito na instituição.

Vera aponta as vantagens de se avaliar a estrutura através deste tipo de trabalho. "Há três anos, renovamos 30% do nosso corpo docente com base da opinião dos alunos".

A Universidade Santa Cecília (Unisanta) possui o Núcleo de Avaliação Institucional (NAI) há sete anos. Para a pró-reitora Zuleika Senger, a única diferença em relação à avaliação do MEC será a presença de um membro da comunidade nas CPAs. "Será um outro olhar no papel que a universidade tem na comunidade".

Como exemplos do resultado do trabalho do NAI, ela aponta o reforço no acervo de livros especializados nas bibliotecas e a colocação de microfone para alguns professores.

O trabalho de avaliação na Universidade Católica de Santos (UniSantos) existe há 10 anos. "Não vamos nem precisar de dois anos para fazer a auto-avaliação do MEC. Será só o trabalho de tabular e enviar o que deve ser feito até o final do ano", afirma a coordenadora do Núcleo de Avaliação Institucional, Derna Pescuma.

Fonte: A Tribuna Digital
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