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UFMG decide hoje sobre novo curso em Moc de Zootecnia

      
MONTES CLAROS - A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decide hoje se implantará o curso superior de Zootecnia em seu campus nesta cidade do Norte de Minas. Se isso for confirmado, a nova graduação será oferecida já no vestibular de final do ano, com o início das aulas em fevereiro de 2005. No campus da UFMG em Montes Claros já é oferecido o curso de Agronomia.

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFMG se reunirá em Belo Horizonte para apreciar o projeto de criação do novo curso, cujo investimento previsto é de R$ 1,1 milhão. Na década de 80, a UFMG mantinha o curso de Zootecnia em Montes Claros, através do Núcleo de Ciências Agrárias. Atualmente, a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) oferece o curso de Zootecnia na região, mas na cidade de Salinas. Segundo informações da UFMG, além do curso de Zootecnia, também estariam nos planos a criação, em Montes Claros, dos cursos de Engenharia Florestal e Gestão de Agronegócios.

No projeto de implantação do curso de Zootecnia, o investimento previsto contemplaria a ampliação do pavilhão de salas de aula e a construção de unidades produtivas, laboratórios, áreas de confinamentos para bovinos e baias para eqüinos - locais das aulas práticas.

A presidente da Comissão de Implantação do curso de Zootecnia em Montes Claros, professora Luciana Castro Gerassev, está otimista de que o Conselho aprovará o curso, já que, na última segunda-feira, a Câmara de Graduação da UFMG emitiu parecer favorável sobre o assunto. Segundo Luciana Gerassev, a reitora da UFMG, Ana Lúcia Gazzola, já se posicionou a favor da implantação do curso, que teria duração de cinco anos e ofereceria 40 vagas no vestibular.

O campus da UFMG em Montes Claros ocupa área de 232,3 hectares na periferia do município, espaço que é maior do que o do campus Pampulha da instituição, em Belo Horizonte. "Nosso objetivo é atender a demanda reprimida no Norte de Minas, tendo em vista que a região tem vocação para exploração da pecuária, mas faltam profissionais que atendam ao mercado", afirma.

O novo curso exigirá 28 professores, 17 deles com mestrado e doutorado, profissionais que já estão lecionando para alunos do curso de Agronomia. Se a iniciativa for aprovada, a UFMG terá que contratar oito novos professores.

Fonte: Hoje em Dia
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