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Professores reafirmam a greve

      
Professores da rede pública estadual foram mais uma vez ontem às ruas do Centro para repudiar a decisão da Justiça e confirmar a continuidade da greve da categoria, que já dura cinco dias. Apesar de o juiz Marcelo Carvalho Silva, da 2ª Vara da Fazenda Pública, ter determinado aos docentes que retornassem ao trabalho, eles continuam de braços cruzados e afirmam que não entrarão em sala de aula enquanto o Governo do Estado não atender toda a pauta de reivindicações e confirmar a revogação das Medidas Provisórias.

Munidos de apitos e cartazes com frases direcionadas ao governador José Reinaldo Tavares, os professores seguiram em passeata até a sede do Ministério Público, gritando palavras de ordem.

A presidente do Sinproesemma, Janice Nery, disse que até ontem o sindicato não havia recebido qualquer documento da Justiça determinando a suspensão ou não da greve, embora tenha revelado que uma comissão jurídica da entidade já havia se mobilizado para entrar com recurso contra a decisão judicial.

Na opinião dela, o Governo do Estado entrou na contramão nessa história, ao requerer uma ação civil pública que, segundo ela, não determina se uma greve é ou não ilegal. Além disso, a líder sindical disse que a ação é impetrada pelo Governo contra o sindicato, logo toda e qualquer punição que possa vir a ocorrer recairá sobre a entidade, não sobre seus representados.

Carta
"Portanto, nenhum professor poderá ter pontos cortados por força dessa ação. O Governo nos encaminhou um documento que para nós é apenas uma mera carta de intenção, no qual ele afirma que poderá nos atender somente a partir de 2005, por exemplo, cumprirá o acordo da tabela salarial referente a 2003.

A passeata também contou com a adesão dos professores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), que também deflagraram greve. Mivaldo Oliveira, presidente da Associação dos Professores da Uema, disse que todos os cursos da instituição, cujos alunos estão em recesso, paralisarão suas atividades a partir da próxima quinta-feira, 9, data em que as aulas deveriam estar começando. "A greve já está decretada oficialmente", confirmou Oliveira.

Fonte: O Estado do Maranhão
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