text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Professores da Ufra, Uepa e UFPA não chegaram a nenhum acordo

      
Os professores da Universidade Estadual do Pará (Uepa) estão em greve há duas semanas. Eles reivindicam a reposição salarial de 53,53%, referente aos últimos seis anos; além da imediata realização de concurso público para o preenchimento de 295 vagas de professor na capital e no interior, autonomia orçamentária para a UEPA, a revisão do Plano de Cargos e Salários e investimentos em infra-estrutura e ensino. Durante o movimento, a categoria recriou o sindicato da categoria, o Sinduepa, que está funcionando com uma diretoria provisória.

Um dos dirigentes do Sinduepa, José Augusto de Araújo, afirma que o movimento tem o apoio dos estudantes. "Eles (alunos) querem biblioteca, investimentos em pesquisa e professores na capital e no interior", conta. O diretor aponta também a necessidade de regularização dos professores que atuam como "serviço prestado" na instituição, que não possuiriam nenhum tipo de contrato assinado. Ele defende que esse contingente seja transformando substitutos até a realização do concurso público. Augusto afirma que cerca da metade dos 824 docentes da UEPA estão na condição de serviço prestado e de substituto.

Na sexta-feira, 3, a categoria interditou a Avenida Almirante Barroso em protesto. Para esta quinta-feira, 9, Augusto anunciou um ato público em frente à Secretaria de Trabalho e Promoção Social (Seteps), a partir das 9 horas, quando a categoria pretende entregar a pauta de reivindicações ao Governo do Estado.

Federais - Os professores da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) mantém a greve, iniciada há 31 dias e há 21 dias, respectivamente. Os docentes das duas instituições promovem assembléia na quinta-feira, 9 - a da Ufra será às 9 horas, no prédio do Curso de Floresta, e a da UFPA, às 9h30, no auditório do Setorial Básico I - para avaliar o movimento.

A presidente do Sindicato dos Professores da Ufra, Adélia Santos, destaca que o governo federal baixou medida provisória impondo a gratificação produtivista em lugar de reajuste aos docentes, a qual quebra a paridade junto aos inativos e amplia a pontuação exigida para o docente alcançar o percentual máximo. A gratificação varia de 10 a 30% entre as categorias de docência. O objetivo da associação nacional da categoria, Andes, é tentar reverter a MP junto aos parlamentares, no Congresso.

"A gratificação não vai ser somada a aposentadoria. Além disso, o percentual maior é para uma categoria que não existe, a dos auxiliares doutores, quando só há auxiliares na graduação. Isso prova que o governo Lula não conhece a carreira de professor. · primeira vista parece que estamos sendo privilegiados", reclama Adélia. Na Ufra, os docentes estão impedidos de fechar os portões da instituição, por força de uma liminar concedida na semana passada pela Justiça federal. Mas os alunos ainda estariam realizando esse tipo de manifestação.

Fonte: O Liberal
  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.