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Pesquisa vê desempenho similar nos dois períodos

      
A oferta de cursos noturnos, quando feita de maneira adequada, consegue incluir alunos com nível socioeconômico mais baixo sem influir na sua qualidade.

Essa foi a conclusão de estudos feitos com alunos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) de cursos diurnos e noturnos. O mais recente desses estudos, da professora Maria do Carmo Peixoto, mostra que, no Provão, alunos de cursos noturnos tiveram desempenho próximo do dos que estudaram de dia.

De nove cursos comparados de 1997 a 2002, em três deles a média dos estudantes de cursos noturnos foi melhor, em cinco foi pior e, em um, igual. A diferença nas médias, no entanto, foi sempre menor do que oito pontos, numa escala que ia de zero a cem.

Na mesma linha de pesquisa, outro estudo da UFMG já havia mostrado que, em seis cursos com turnos diurnos e noturnos avaliados de 1992 a 1999, o perfil socioeconômico de quem estudava à noite era sempre mais baixo do que o dos alunos do mesmo curso que tinham aulas de dia.

"O que a gente pôde avaliar até aqui, acompanhando o desempenho desses estudantes, é que não há diferença expressiva no desempenho, mesmo a universidade tendo recebido mais estudantes que, antes da criação dos cursos noturnos, não tinham acesso ao ensino superior público", afirma Mauro Mendes Braga, coordenador do Centro de Estudos sobre Educação Superior e Políticas Públicas da UFMG e co-autor de estudos sobre o desempenho dos estudantes do curso noturno.

Fonte: Folha Online
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