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Imersão no VER-SUS Brasil - Terça-feira, 7 de setembro

      

Por ser feriado, o clima descontraído predominou. Logo pela manhã, após uma caminhada solitária pela UFSCAR (para quem mora em São Paulo fica difícil normalmente aproveitar o ar livre e o espaço para atividades físicas), nos reunimos em grupo para mais uma dinâmica. Confesso que o mal-estar de estar em um ambiente desconhecido com pessoas estranhas durou apenas uma hora no primeiro dia. Hoje, pelo menos aos meus olhos, o grupo pareceu unido e focado nos mesmos objetivos. Engraçado que viemos todos tão concentrados no estágio que nenhum de nós se lembrou que além do trabalho há sempre momentos de descontração, e ninguém se lembrou de trazer baralho, aparelho de som, qualquer coisa parecida. Isto vai limitar nosso divertimento a passeios, bate-papo. E está sendo igualmente divertido.

Hoje ainda tivemos dinâmica de grupo. As meninas da organização, a Paula e a Aninha, nos dividiram em três grupos de oito pessoas cada, e nos propuseram uma tarefa inusitada. Deveríamos montar o corpo humano. Primeiro cada um fazia o seu desenho. Depois, os colegas do grupo podiam opinar. E na terceira parte, o grupo fez o trabalho junto. Em resumo, o último corpo humano, feito por todos juntos, ficou muito melhor e coerente, ou seja, um trabalho integrado fica muito mais bem feito.

Discutimos que em Comunicação, por exemplo, muitas vezes existem rixas entre alunos (ou mesmo profissionais) de áreas diferentes, como Jornalismo, Marketing, Rádio e TV, Relações Públicas. Na Saúde, os profissionais também se fragmentam e há rixa até entre as especializações médicas. Sendo que, como vimos na dinâmica, se trabalhássemos juntos, provavelmente seria melhor.

Conversamos também sobre o papel do SUS e ficamos no papo das 20h até a meia-noite! Até o assunto Reforma Universitária entrou em pauta e falamos sobre o papel das universidades públicas e privadas quanto à responsabilidade social. Este ponto realmente me entristeceu um pouco ver que ainda existe preconceito por parte de alunos das instituições públicas em relação às privadas. Muitos deles disseram que acham que a universidade privada não deve fazer ações de responsabilidade social, uma vez que objetivam lucro com a Educação. Dei como exemplo a eles as oito metas do milênio estabelecidas pela ONU. Entre elas estão a erradicação da fome, o ensino básico para todos, garantir a sustentabilidade ambiental, entre outras. E disse que conheço exemplos dentro dessa meta de parcerias muito bem-sucedidas entre empresas e órgãos governamentais que estão realizando bonitos e eficientes trabalhos de alfabetização em municípios do Nordeste. Acredito que a parceria entre o poder público e o privado só traz benefícios para a população.

Por ser feriado, o clima descontraído predominou. Logo pela manhã, após uma caminhada solitária pela UFSCAR (para quem mora em São Paulo fica difícil normalmente aproveitar o ar livre e o espaço para atividades físicas), nos reunimos em grupo para mais uma dinâmica. Confesso que o mal-estar de estar em um ambiente desconhecido com pessoas estranhas durou apenas uma hora no primeiro dia. Hoje, pelo menos aos meus olhos, o grupo pareceu unido e focado nos mesmos objetivos. Engraçado que viemos todos tão concentrados no estágio que nenhum de nós se lembrou que além do trabalho há sempre momentos de descontração, e ninguém se lembrou de trazer baralho, aparelho de som, qualquer coisa parecida. Isto vai limitar nosso divertimento a passeios, bate-papo. E está sendo igualmente divertido.

Hoje ainda tivemos dinâmica de grupo. As meninas da organização, a Paula e a Aninha, nos dividiram em três grupos de oito pessoas cada, e nos propuseram uma tarefa inusitada. Deveríamos montar o corpo humano. Primeiro cada um fazia o seu desenho. Depois, os colegas do grupo podiam opinar. E na terceira parte, o grupo fez o trabalho junto. Em resumo, o último corpo humano, feito por todos juntos, ficou muito melhor e coerente, ou seja, um trabalho integrado fica muito mais bem feito.

Discutimos que em Comunicação, por exemplo, muitas vezes existem rixas entre alunos (ou mesmo profissionais) de áreas diferentes, como Jornalismo, Marketing, Rádio e TV, Relações Públicas. Na Saúde, os profissionais também se fragmentam e há rixa até entre as especializações médicas. Sendo que, como vimos na dinâmica, se trabalhássemos juntos, provavelmente seria melhor.

Conversamos também sobre o papel do SUS e ficamos no papo das 20h até a meia-noite! Até o assunto Reforma Universitária entrou em pauta e falamos sobre o papel das universidades públicas e privadas quanto à responsabilidade social. Este ponto realmente me entristeceu um pouco ver que ainda existe preconceito por parte de alunos das instituições públicas em relação às privadas. Muitos deles disseram que acham que a universidade privada não deve fazer ações de responsabilidade social, uma vez que objetivam lucro com a Educação. Dei como exemplo a eles as oito metas do milênio estabelecidas pela ONU. Entre elas estão a erradicação da fome, o ensino básico para todos, garantir a sustentabilidade ambiental, entre outras. E disse que conheço exemplos dentro dessa meta de parcerias muito bem-sucedidas entre empresas e órgãos governamentais que estão realizando bonitos e eficientes trabalhos de alfabetização em municípios do Nordeste. Acredito que a parceria entre o poder público e o privado só traz benefícios para a população.

* Lilian Burgardt é aluna do quarto ano do curso de Jornalismo da Uni SantïAnna, de São Paulo

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