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Notícias

Os projetos sociais e a formação dos universitários

      

Por Sabrina Gomes Novais *

Com a garantia de formação técnica de alta qualidade, que é essencial para o desenvolvimento e evolução de todos os campos de pesquisa e trabalho do nosso país, iniciamos nossa reflexão quanto à formação cidadã dos universitários por meio da participação em projetos sociais.

O reestabelecimento do civismo, da solidariedade organizada, da responsabilidade cidadã, que se inicia, legalmente, com o voto e se expande através de pequenas ações, diárias, cujo objetivo final é o de alcançar "o bem estar da nação" e, conseqüentemente, o do próprio cidadão, enquanto indivíduo, é a necessidade urgente que as IES (Instituição de Ensino Superior) possuem de ajudar a suprir.

Assim, as universidades têm concluído que seu papel de formadoras transpõe o da excelência em técnicas (já reconhecidas como essenciais para o crescimento do país) e iniciado projetos baseados no ensinamento de que a sociedade é UM organismo vivo, do qual todos nós fazemos parte, portanto vivemos as conseqüências de tudo o que "vai bem" ou que "vai mal".

Para darem o "start" nos primeiros projetos, as universidades têm de demonstrar aos seus alunos/cidadãos que eles são uma parte deste organismo e que, como parte, têm o poder do todo, de transformar o todo.

Após esta conscientização motivadora, devem apóia-los na estruturação de projetos que, além da relevância social, devem estar enraizados na sua formação técnica, para que possa servir de experiência profissional e no futuro ser um diferencial.

Finda a execução do projeto, após a avaliação dos pontos a serem mantidose/ou melhorados, para que este projeto dê início a um programa permanente, a universidade reconhece o trabalho desenvolvido pelos alunos, através de certificados de extensão universitária (o que não fere a Lei do voluntariado: nº 9.608, de 18.02.98, quanto à não remuneração para a caracterização de trabalho voluntário, pois trata-se apenas de um reconhecimento institucional).

Finalizando, felizmente, os projetos sociais não possuem "contra- indicações", pois os universitários, sendo cidadãos conscientes, além de elevarem sua auto-estima, ajudando na evolução social do país, preparam-se para o mercado de trabalho que, a cada dia, valoriza mais o profissional com currículo de participação em projetos sociais e a sociedade se beneficia com tais projetos, além de crescer em números de cidadãos pensadores que, num breve futuro serão nossos eleitores e nossos eleitos socialmente responsáveis.

*A autora é bacharel em Direito e assessora de assuntos comunitários da Universidade de Franca

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