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Particulares apóiam o ProUni

      
Teve boa repercussão entre as universidades particulares a edição da medida provisória 213, que regulamentou o Programa Universidade para Todos (ProUni). Com a medida, assinada na sexta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi interrompido o processo de tramitação do projeto do ProUni no Congresso Nacional. A MP tem validade imediata, de forma que o programa passa a ser aplicado já a partir dos próximos processos seletivos.

O reitor da PUC-RS, Norberto Rauch, disse que as universidades filantrópicas consideram satisfatório o texto da MP. Os cálculos preliminares realizados pelos técnicos da PUC indicam que, com a aplicação do ProUni, um em cada 10 alunos terá gratuidade. "Se fossem todas bolsas integrais teríamos, em 2005, algo em torno de 2,5 alunos beneficiados com a gratuidade, mas poderão ser algumas integrais e outras parciais", informou. Na sua opinião, o projeto não resolve algumas questões, como a manutenção de alunos carentes em cursos como Odontologia e Medicina, nos quais são necessários investimentos consideráveis em equipamentos por parte dos estudantes.

O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado do Estado do RS (Sinepe), Flávio Reis, destacou que a urgência da decisão está relacionada ao fato de que já está acontecendo o chamamento para os vestibulares de 2005. "Apoiamos a decisão, até porque implica na colocação de um maior número de alunos no Ensino Superior, onde calcula-se uma ociosidade entre 10% e 20%", lembrou. Segundo ele, a dúvida é se o projeto vai, de fato, produzir os efeitos necessários.

Fonte: Correio do Povo
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