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Palácio Guanabara divulga nota sobre confronto com professores

      
O governo do estado divulgou na tarde desta quinta-feira uma nota oficial sobre o conflito acontecido entre professores e policiais do Batalhão de Choque, durante uma manifestação realizada na porta do Palácio Guanabara.Pelo texto, os professores não foram recebidos devido à forma agressiva com que teriam se comportaram durante o ato. O documento fala ainda em "uma postura intransigente e provocativa" dos manifestantes.

A confronto aconteceu quando cerca de 150 professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) realizavam um protesto por melhores salários em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Os policiais usaram gás de pimenta e agrediram com cassetetes os manifestantes. A Polícia Militar rebocou o carro de som usado pelos professores e liberou o trânsito na Rua Pinheiro Machado, na pista sentido Botafogo, que havia sido interrompido num momento de tráfego intenso.

Veja a íntegra da nota:
Os manifestantes que estiveram hoje na porta do Palácio Guanabara não foram recebidos pelo governo devido a forma agressiva com que se comportaram durante o ato. Eles chegaram por volta das 13h segurando cartazes com palavras ofensivas, um caixão com a foto da governadora e já impedindo com um carro de som a passagem de veículos na rua Pinheiro Machado, em direção a Botafogo.

A Polícia Militar logo solicitou a retirada do carro, não sendo atendida pelos manifestantes. Após pequeno tumulto e com a rua ainda fechada, a polícia retirou o carro de som e solicitou que o ato fosse realizado na calçada em frente ao Palácio Guanabara.

Mantendo uma postura intransigente e provocativa, os manifestantes trouxeram outro carro de som, impedindo mais uma vez a passagem de veículos na Rua Pinheiro Machado. Após nova tentativa de negociação a polícia se viu obrigada a rebocar o carro, ocasionado novo confronto.

A postura do governo é de sempre atender as manifestações realizadas em frente ao Palácio, desde que elas obedeçam às normas de segurança do Gabinete Militar. Várias categorias já foram recebidas por diversos representantes do governo, o que resultou em diálogo e solução de problemas. No ato de hoje, o Gabinete Civil se dispôs desde o início a dialogar, no entanto, a maneira desrespeitosa com que os manifestantes se dirigiram à governadora Rosinha Garotinho impediram o entendimento.

- Eles chegaram aqui agredindo a governadora, agindo de maneira anti-ética. Logo tentaram fechar a rua e colocaram o carro de som em frente ao Palácio, norma não permitida pelo Gabinete Militar - explicou Thales Pontes Luz, subsecretário do Gabinete da Governadora.

Em uma última tentativa de negociação, foi sugerido aos manifestantes que formassem uma comissão para dialogar com o subsecretário, o que eles não aceitaram, indo embora no final da tarde.

Fonte: O Globo Online
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