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Notícias

Por trás dos games

      
Os jogos eletrônicos são uma verdadeira febre entre crianças e adolescentes. A infinidade de aparelhos disponíveis - em alguns é possível assistir a filmes em DVD - e a quantidade de games diferentes no mercado impressionam. Com as inovações tecnológicas, as indústrias produzem jogos cada vez mais ricos em detalhes e interativos. Para quem gosta dos joguinhos, o curso de Design e Planejamento de Games pode ser uma boa escolha profissional.

Como foi para o jovem Antônio Martins de Andrade Teoli, de 18 anos. Apaixonado por videogames, não titubeou na hora de decidir a carreira. Encontrou informações sobre a habilitação em uma revista e correu atrás do sonho. A Universidade Anhembi Morumbi é a única instituição de ensino superior que oferece a carreira no Brasil. O curso foi criado em 2003, a partir de uma demanda dos próprios alunos de outras áreas do design. Eles queriam aprender mais sobre os jogos eletrônicos e pediam disciplinas ligadas ao tema.

Depois de uma pesquisa de mercado, a instituição descobriu espaços não preenchidos no mercado de trabalho nessa área. Apesar da imensa maioria desses jogos eletrônicos ser produzida no exterior, já existem algumas indústrias brasileiras começando a investir na produção nacional de games. "E não existem profissionais qualificados para ocupar esses postos", destaca Delmar Galisi, coordenador do curso.

Antônio está no 4º semestre e já faz estágio na área. Trabalha em uma empresa que produz diversos tipos de jogos eletrônicos. O rapaz é responsável pela parte musical dos projetos. A afinidade com a música começou na infância. Desde os sete anos de idade, ele toca piano. Antônio planeja cursar Música para se especializar na área de áudio para jogos. "O mercado de trabalho só tende a crescer", analisa.

O curso
Durante os quatro anos de graduação, o estudante aprenderá a desenvolver jogos variados: de estratégia, ação, aventura, esporte e RPG. Para isso, as matérias variam entre as específicas do design, as artísticas, as técnicas (que utilizam softwares), as exatas (redes, inteligência artificial, programação, cálculo) e marketing. Há também uma preocupação com a formação generalista e estão previstas disciplinas de psicologia e cultura brasileira, por exemplo). A abrangência da habilitação é uma das vantagens apontadas por Antônio.

O profissional dessa área se responsabiliza por todas as etapas de produção de um jogo. Elabora a pesquisa, define o projeto, desenvolve roteiros, elabora cenários e personagens, cria regras para eles e programa os games. Mas não é só. O designer precisa estudar a viabilidade econômica de um projeto, considerando público e aspectos de produção e distribuição.

O mercado de trabalho está em expansão e Delmar garante que não se concentra em São Paulo. No sul do país também existem empresas que trabalham com jogos eletrônicos. Além das fábricas, agências e escritórios de mídia digital também são empregadores. O designer produz vinhetas, sites e portais de internet, aplicativos e softwares. Até o cinema contrata os formandos dessa área. Dentro da grade curricular, os estudantes aprendem roteiro, modelagem, textura e animação 3D.

Saiba mais
Onde estudar
Universidade Anhembi Morumbi
Informações: www.anhembi.br
Vagas: 40 (anuais)

Para ser um bom design de games é preciso...
Gostar de tecnologia
Ter criatividade e iniciativa
Estar antenado com as novidades da internet
Boa noção de Matemática e de gráficos

Salário médio inicial
R$ 1,5 mil

Fonte: Correio Braziliense
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