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Professor da Unifap finalista em concurso nacional

      
As recentes descobertas de cavernas e sítios arqueológicos no sul do Amapá despertaram o interesse da comunidade de mostrar o potencial ecoturístico do Estado e a primeira preocupação foi envolver os moradores da localidade para se prepararem para explorar essa atividade econômica. Na Vila de Maracá, na cidade de Mazagão, às margens da BR-156, a 137 km de Amapá, os jovens são o alvo dessa nova iniciativa. Jadson Rebelo Porto, geógrafo e doutor em Economia pela Universidade Federal do Amapá, comanda a mobilização. Ele elaborou um projeto que abrange a melhoria da escola local - que atende 158 jovens de 10 a 18 anos - e a montagem de um curso de capacitação de monitores para o ecoturismo. A iniciativa foi selecionada no Prêmio Santander Banespa de Ciência e Inovação e é um dos cinco semifinalistas na categoria Responsabilidade Social.

Como a comunidade fica em zona florestal, a refrigeração dos alimentos é precária, com energia de gerador - e apenas três horas por dia. A proposta é comprar equipamentos para energia solar para assegurar o funcionamento total das geladeiras. Na região, a única atividade que movimenta a economia é o extrativismo das castanhas, e por isso, o calendário das aulas é diferenciado: são 15 dias de aula, com turno integral, e outros 15 dias, livres nos quais os alunos ajudam as famílias. "Queremos garantir uma estrutura melhor e incentivar as crianças aos estudos", conta Jadson. O segundo passo do projeto é oferecer para esses alunos um curso de oito módulos, com aulas de espeleologia, arqueologia, geografia do Estado e educação ambiental, entre outros assuntos. Assim, estarão prontos para atuar no novo mercado do ecoturismo, uma forma de gerar renda para as famílias. Jadson conta que, se o projeto ganhar o prêmio, os recursos serão investidos nas duas iniciativas. Essa aposta é a primeira ação de um grupo de pesquisa multidisciplinar, coordenado por Jadson, e formado por pesquisadores e especialistas preocupados com o desenvolvimento do Amapá. Criado em 2003, envolve sete instituições e sua proposta é pensar políticas públicas, a organização do espaço e o processo produtivo do Estado. Assim, o projeto de Maracá é o primeiro passo dessa equipe, que já tem outras iniciativas em desenvolvimento.

Fonte:Diário do Amapá
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