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Servidores da Ufba voltam ao trabalho

      
Lucas Esteves,

Os servidores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) retornaram ao trabalho nesta segunda-feira, 21. A decisão de abandonar a greve nacional da categoria foi tomada em assembléia do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da Ufba (Assufba) no dia 16 deste mês.

O órgão avalia que foi impossível manter a condição de greve, decisão foi unânime entre os 300 trabalhadores presentes à assembléia realizada na reitoria. A Ufba é a 13ª universidade federal a abandonar a greve, movimento do qual participou durante 100 dias.

Com a normalização das atividades dos funcionários, os estudantes já voltaram a frequentar as bibliotecas, fechadas para empréstimo desde o início da greve. Voltam a contar ainda com os serviços administrativos e financeiros da universidade, a exemplo da emissão de diplomas e certificados e o pagamento de boletos referentes a taxas internas.

O restaurante universitário de Cruz das Almas também volta a funcionar, bem como os laboratórios que necessitavam de servidores técnicos.

O principal órgão administrativo da Ufba para serviços ao estudante é a Secretaria Geral de Cursos (SGC), onde são emitidos os documentos relativos à vida acadêmcia do aluno. Para solicitar um diploma, pedir trancamento de disciplinas, matrícula especial e outros serviços, os estudantes devem dirigir-se à SGC. O órgão funciona na rua Araújo Pinho, 265 - Canela.

Os serviços da área de saúde que tiveram o atendimento reduzido estão sendo normalizados. No Hospital Universitário Edgar Santos (Hospital das Clínicas) e na maternidade Climério de Oliveira, novos cadastros já estão sendo feitos e o atendimento voltou ao fluxo normal. Durante a greve, apenas os serviços de urgências e os pacientes já cadastrados foram atendidos.

Voltaram a ser fornecidos também os serviços prestados pelas unidades, como as análises na Faculdade de Farmácia e atendimento odontológico à população na Faculdade de Odontologia.

O coordenador geral da Assufba, Fernando Bandeira, afirma que mesmo que os servidores baianos tenham abandonado a greve, o movimento nacional continua e que os pontos de reivindicação que forem conquistados valem para a categoria como um todo. As decisões da greve são uma determinação nacional. Voltamos ao trabalho nesta segunda, mas continuamos acompanhando o movimento.

Os grevistas conseguiram do governo uma proposta de R$ 255 milhões para ajustamento do plano de carreira, um dos principais pontos de reivindicação do movimento, além de um calendário para rediscutir outras solicitações dos grevistas. Em 30 dias voltaremos a discutir o Vencimento Básico Complementar, e em 60 outras pautas como terceirização de serviços e outros benefícios, avalia Bandeira.

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