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Como é o exame

      
Na primeira fase, o candidato responde a 50 questões de múltipla escolha sobre as áreas do Direito (civil, processo civil, penal, processo penal, trabalho, processo trabalho, administrativo, constitucional, comercial, tributário, internacional) e sobre o estatuto da Ordem dos Advogads do Brasil (OAB), o regulamento geral e o código de ética e disciplina (legislação). A prova é eliminatória e sem consulta. São aprovados para a segunda etapa os que acertarem um mínimo de 25 questões.

A segunda etapa, prático-profissional, exige a redação de uma peça processual (petição ou parecer) e respostas para cinco questões práticas na área previamente escolhida pelo candidato (civil, penal ou trabalho), na forma de situações-problema.

- Avaliação: raciocínio jurídico, fundamentação e consistência, capacidade de interpretação e exposição, correção gramatical e a técnica profissional demonstrada.

- Nota: de zero a 10. A peça tem peso quatro e as cinco questões práticas, peso seis. A nota mínima é seis para a aprovação.

A reprovação no Estado Nos últimos cinco anos, mais da metade dos bacharéis gaúchos foram reprovados. Veja os números:

2001 1º semestre 55 % 2º semestre 51% 3º semestre 49% (em função da greve de universidades federais)

2002 1º semestre 58,7% 2º semestre 55%

2003 1º semestre 70% 2º semestre 67,6%

2004 1º semestre 51% 2º semestre 62,7

2005 1º semestre 52% 2º semestre 75,6%

Fonte: OAB

O que dizem os leitores O exame de OAB é um dos concursos que mais reprova no Estado. Confira abaixo a opinião de alguns leitores sobre a prova: Jocemir de Oliveira - Bacharel em Direito, Unifra 2005

O bacharel em Direito é o único que não pode exercer a profissão ao sair da universidade. Médicos e professores, importantíssimos na saúde e na formação da pessoa, podem atuar ao diplomar-se no curso. Não sou contra o exame, mas quem corrige a prova são concorrentes de profissão. O que está se vendo é uma indústria de cursinhos transformando a cultura jurídica em questões de marcar com um X. ? preciso mais critérios e transparência. Leandro de Moura Carvalho - Bacharel em Direito, Ulbra/Gravataí 2005

Prestei o último exame de ordem e não fui aprovado na primeira fase, pois tive apenas 21 acertos. Como eu, 70% da minha turma acertou entre 21 e 24, média antes aceita pela ordem. Será que somos tão despreparados? ? flagrante a tentativa de reserva de mercado na profissão da advocacia. Quanto mais as universidades melhoram seus cursos e os alunos se aplicam, mais a OAB dificulta. Agora são exigidas 25 questões. Com que critério isso foi estabelecido? Sou a favor da prova e não quero justificar um infortúnio pessoal, mas devemos trazer luz a questões como a falta de padrões de avaliação. Os bacharéis respondem perguntas de formas iguais e recebem notas diferentes. A aprovação ou reprovação depende da sorte do candidato e da corrente doutrinária que acredita o avaliador. Luiz Carlos Bandeira - Advogado - Unisc/2002

Venho acompanhando reportagens sobre o exame da OAB sempre falando da dificuldade de passar na prova. Acho que o melhor seria ler uma reportagem com gente que passou, como eu, que fazia 110 quilômetros por dia para estudar, trabalhar e acertei 31 questões. Nunca fiz cursinho e passei no primeiro exame. Acho que isso seria um incentivo aos estudantes de Direito, pois há um pavor do exame da Ordem.

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