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O caminho do advogado

      
Lúcia Pires

Imagine-se no ambiente de uma prova. Você acabou de sair da faculdade e aguarda 50 questões sobre o que aprendeu nos últimos cinco anos. O exame é distribuído. Você está tranqüilo, mas descobre em seguida que não sabe a metade dos testes e não poderá exercer a sua profissão.

Para milhares de bacharéis em Direito - e só para eles - a situação acima se tornou corriqueira. Para iniciar a carreira como advogado e ganhar a chance de concorrer aos melhores cargos da profissão, é preciso ser aprovado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em uma prova cujo o índice de reprovação bateu recorde este ano eliminando 75% dos bacharéis gaúchos.

- A prova quer que o candidato conheça a teoria do Direito e, com maior profundidade, a teoria e a prática em uma área específica que é escolhida pelo bacharel - resume André Bencke, professor do curso de Direito do Centro Universitário Ritter dos Reis.

O fracasso dos candidatos gera polêmica no país desde 1996. Sobram acusações para a prova da OAB e para a qualidade do ensino. A discussão, porém, pouco ajuda o estudante de Direito. A Lei Federal 8.906, de 1994, garante a obrigatoriedade do exame e não há indícios de sua extinção.

Nesta edição, o caderno Vestibular buscou com especialistas um roteiro para quem pretende investir na profissão e não quer perder tempo e dinheiro. E descobriu que a receita é bastante simples: independentemente da faculdade, o que irá definir a aprovação no exame da OAB e o sucesso na carreira é a dedicação do estudante durante a graduação.

( lucia.pires@zerohora.com.br )

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