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Estudantes da UFC acusados de fraude em vestibular em MG

      
Dois acadêmicos do Curso de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC) e um da Universidade Federal da Paraíba (UFP) estão presos na cadeia pública de Montes Claros (MG), a 250 quilômetros de Belo Horizonte, acusados de participação em um esquema de fraude no vestibular da Funorte (Faculdade Unidas do Norte de Minas), ocorrido no último domingo, 20. A Polícia também investiga se os acusados pertenceriam a uma quadrilha com atuação em todo o País.

Francisco André Santigo e Flávio Bezerra Araújo, que disseram na delegacia da cidade mineira ser estudantes da UFC, e Karina Mendes, da UFP, foram presos em flagrante quando se apresentaram para fazer as provas. Gabriel Henrique Ferreira, da cidade de Montes Claros, também foi preso acusado de ter pago aos universitários da UFC e UFP para fazer as provas. Além de fraude, os quatro também foram enquadrados por crime de formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato e uso de documentos falsos. O delegado de Montes Claros, Renato Luiz Penha informou que cada um deles pode ter recebido até R$ 30 mil para fazer as provas.

A fraude foi descoberta porque os candidatos ao vestibular se recusaram a tirar as impressões digitais no posto de identificação da Polícia Civil montado dentro da universidade. Com a estudante Karina Mendes foi apreendido um telefone celular com números de vários estados. A Polícia mineira ainda investiga se nestes locais também houve fraude.

Ontem, a Polícia de Montes Claros identificou mais três supostos integrantes da quadrilha. Mais um deles seria também estudante da UFC, os outros dois são candidatos mineiros que contrataram o serviço. Os nomes, no entanto, não foram divulgados, segundo o delegado Argeu Bastos, para não atrapalhar as investigações.

O assessor de imprensa da UFC, jornalista ítalo Gurgel informou ao O POVO que a universidade só irá se manifestar após tomar conhecimento oficial do caso, quer seja pela Polícia Federal ou pela Polícia Civil de Minas Gerais. Pode-se tratar de pessoas homônimas, ou seja, que possuem o mesmo nome, e não podemos cometer injustiça, afirmou o assessor.

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