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Notícias

MEC e professores reabrem negociação por fim da greve

      
Demétrio Weber

O Ministério da Educação reabriu ontem as negociações com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-Sindicato), interrompidas desde a semana passada, depois que o MEC anunciou a decisão do governo de enviar ao Congresso uma proposta de reajuste já rejeitada pelo comando nacional de greve.

O secretário-executivo do ministério, Jairo Jorge, recebeu uma comissão de professores universitários e das escolas federais de primeiro e segundo graus, além de servidores técnico-administrativos também em greve desde agosto, e estudantes. Do lado de fora do prédio, cerca de 600 servidores e estudantes realizaram manifestação contra o governo e a reforma universitária.

No mesmo dia em que governo e grevistas retomaram o diálogo, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) divulgou nota defendendo a volta ao trabalho. O texto diz que as duas categorias já obtiveram ganhos na negociação e aproveita para conclamar professores, técnico-administrativos e alunos a retornar às atividades acadêmicas e administrativas regulares. A Andifes justifica a posição argumentando que no estado atual, depois deste longo período de paralisação, não há mais nenhuma perspectiva de negociação (dado o posicionamentos dos interlocutores nesse conflito). A entidade lembra que os alunos e a sociedade não podem continuar sofrendo os prejuízos da paralisação.

O vice-presidente do Andes, Paulo Rizzo, considerou um avanço voltar a negociar com o MEC. Quanto à paralisação das universidades, porém, disse que o governo manteve a posição de enviar projeto de lei ao Congresso com reajuste de 9,45%.

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