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Aluno do curso de Ciências Biológicas vence prêmio nacional de inovação

      
O dano dos solventes ao meio ambiente pode ser muito reduzido com um novo produto que pode substituir os derivados de petróleo na solvência dos desinfetantes - ele é biodegradável, não é tóxico, não tem cheiro e não é inflamável. O autor do "achado" ecológico é Rui Vieira, aluno do curso de Ciências Biológicas da Universidade Regional de Blumenau. Rui foi o vencedor do Prêmio Santander Banespa de Empreendedorismo na categoria indústria. O prêmio foi entregue ontem à noite, 24 de novembro, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo. O objetivo dos prêmios é incentivar a pesquisa científica no meio universitário e o empreendedorismo. O Santander Banespa de Empreendedorismo destina-se a graduandos e pós-graduandos que desenvolverem o melhor plano de negócios, com prêmios de R$ 50 mil para o vencedor de cada uma das cinco categorias - Indústria, Comércio, Serviços, Tecnologia e Responsabilidade Social, além de um prêmio adicional de 50 mil reais para o melhor entre os cinco finalistas. O estudante da FURB recebeu o prêmio na categoria indústria e também foi eleito o melhor entre os cinco finalistas, recebendo o prêmio adicional. Todos os planos que concorrem ao Prêmio Santander Banespa de Empreendedorismo são avaliados pela inovação, coerência estratégica, viabilidade técnica e financeira, potencial para criação de riqueza e geração de emprego e também impactos social e ambiental. A avaliação e o julgamento dos projetos são feitos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq. Rui Vieira trabalhou em empresas de dedetização e conheceu bem as necessidades do mercado, ao entrar na faculdade, decidiu aliar seu conhecimento prático às teorias. Sua idéia era desenvolver nos laboratórios do curso um solvente biodegradável. A fórmula foi testada em duas empresas de Blumenau, com resultados muito bons. Rui já deu entrada nos documentos para registrar a fórmula, primeiro passo para colocar o produto no mercado. Sua intenção é encontrar um parceiro para explorar o mercado ou oferecer a formulação para laboratórios interessados. "O risco desse projeto é baixo, pois o solvente foi desenvolvido a partir de uma demanda do mercado. As empresas querem oferecer um produto eficiente e inofensivo para o ser humano e sem riscos para o patrimônio dos clientes e danos ao meio ambiente", afirma o acadêmico. No começo, as pesquisas se centraram na aplicação do produto em cupins na madeira seca, mas ao longo dos experimentos, constatou-se que também era eficiente para uso concomitante com desinfetantes para eliminar pragas, como pulgas, formigas e carrapatos. Agora, Rui tem estudado outros setores para formular um produto especifico coadjuvante para ser usado conjuntamente com inseticidas no combate a pragas na agricultura. Com isso, o uso dos derivados de petróleo pode ser bastante reduzido, contribuindo para a melhoria do meio ambiente.

Fonte:Site da FURB
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