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Servidores de 15 federais encerram greve. Professores não

      
Lisandra Paraguassú

O endurecimento nas negociações entre o Ministério da Educação (MEC) e os servidores e professores em greve das universidades, faculdades e centros tecnológicos federais já teve um resultado favorável ao governo. Entre os servidores - parados há quase 100 dias -, ontem 15 instituições decidiram voltar ao trabalho. Das 41 que pararam, sobraram agora 26. Entre os professores, não há sinal de mudanças. A greve continua.

Os reitores das universidades lançaram um apelo para que todos voltem ao trabalho. A avaliação é que não há mais o que fazer. Acreditamos que esse tipo de pressão está esgotada. Para as universidades e a sociedade, o prolongamento da greve pode trazer sérios prejuízos, disse o reitor Oswaldo Baptista Duarte Filho, presidente do diretório nacional da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Ontem, manifestantes fizeram um enterro simbólico do ministro da Educação, Fernando Haddad, diante do MEC. No primeiro dia de manifestações, os grevistas foram recebidos pelo secretário-executivo do ministério, Jairo Jorge, mas apenas para ouvir que o MEC não mudará a proposta.

Para a presidente da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), Marina Barbosa, os professores ainda têm força. Fomos recebidos após um dia de manifestação, disse. Mesmo sem terem conseguido nada, Marina afirma que foi uma demonstração de poder dos professores.

O projeto de lei com as propostas feitas aos professores foi enviada ontem à Casa Civil pelo Ministério do Planejamento. Deve ir para o Congresso na semana que vem.

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