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? tranqüila a 1.ª fase da Fuvest

      
Renata Cafardo, Luciana Mattiussi, Guto Silveira, Rose Mary de Souza e Zuleide de Barros, especiais para o Estado

Mais de 12 mil estudantes não compareceram ontem à primeira fase do vestibular da Fuvest, taxa de 7,05% de abstenção, a maior dos últimos anos no Estado. Mesmo assim, o número de participantes, de 158.450, foi recorde na história do exame.

A realização da prova, que começou às 13 horas, foi tranqüila nos 116 locais na capital e no interior. Segundo professores do Objetivo, o exame manteve as características de anos anteriores, com questões originais, bem elaboradas e que cobravam conceitos básicos. Para eles, as questões oscilaram entre médias e difíceis (textos ao lado). Foram cem testes de todas as disciplinas. Um único problema foi apontado na questão 9 da prova V de português, que questionava recursos de estilo em um texto de Hilda Hilst. Para o Objetivo, o correto seria alternativa A, que menciona o recurso da redundância, e o gabarito oficial dá a resposta B. A Fuvest informou que só se pronunciará se houver um questionamento por escrito dos professores.

Química foi considerada a prova mais complicada pelos alunos da capital. Foi pior que eu esperava, disse Danilo Oliveira, de 18 anos, que presta Turismo. Ele garante que manteve a concentração, apesar do telão colocado na Praça Campo de Bagatelle, que fica perto do local da prova, para exibir o jogo Corinthians e Ponte Preta. Só ouvi fogos. Já o corintiano Bruno Bertozzi, de 17 anos, se disse duplamente nervoso. Boa parte do cobrado eu não tinha visto na escola, disse, decepcionada, Jacqueline Lima, de 17 anos, que fez o ensino médio na rede pública.

Em Ribeirão Preto, os alunos elogiaram as questões de matemática e física, por exigirem menos cálculos. As respostas estavam visíveis, mas foi preciso interpretar bem as questões, disse Marco Putinatto, de 18 anos. Por causa do atraso do ônibus, Gicélia Mendes, de 26 anos, que faria a prova em Santos, chegou atrasada. Por cinco minutos perdi o sacrifício de todo um ano.

No Colégio Salesiano São José, em Campinas, os pais deixavam os filhos na portão e seguiam para a capela para rezar. Pedro Romano, de 26 anos, notou que a Fuvest exige muita interpretação. Há alguns anos, a prova tem cobrado menos conteúdo e mais habilidades e competências dos candidatos, como pedem as leis educacionais atuais. Estuda-se inclusive o fim da divisão da prova em disciplinas.

A abstenção na Grande São Paulo foi de 8,61% e no interior, 4,01%. A lista de aprovados sai no dia 16.A próxima etapa será entre 8 e 12 de janeiro.

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