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Quando a rotina é a maior lição

      
No ano em que faria vestibular, Flávia Vidal, hoje com 19 anos, vivia um drama comum entre os jovens às vésperas da prova: qual carreira escolher. A adolescente estava dividida entre moda, desenho industrial, comunicação social e psicologia. Para bater o martelo pela comunicação, foi decisiva a tarde que passou numa agência de publicidade, acompanhando a rotina de um produtor de eventos.

- Descobri que era com aquilo que queria trabalhar, ter um dia-a-dia dinâmico - conta Flávia.

A visita a hospitais, escritórios de advocacia e redações de jornais, entre outros, é hoje uma realidade em muitos dos programas de orientação vocacional. A psicóloga Mônica Seixas, que trabalhou com Flávia, explica que a entrevista com o profissional - e o contato com seu dia-a-dia - é fundamental para dar ao jovem as informações necessárias no momento da escolha da carreira.

- Quando vai ao escritório, o adolescente tem contato com a realidade da profissão - explica Mônica.

A psicóloga Rosemary Peixoto, que coordena o programa de orientação profissional da British School, ressalta a importância de desmistificar a profissão antes de fazer a escolha.

- Alguns querem direito pensando nos tribunais, mas quando descobrem que têm de andar a pé no Centro quebram a fantasia - observa.

Na British, depois de receberem orientação vocacional ao longo do ano, os alunos da 2ª série de ensino médio têm duas semanas do calendário, em outubro, voltadas para a visita às empresas.

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