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Shiro Nishinura apresenta importante relatório para o UNIVEM

      
Acompanhado dos executivos José Luis Yanaguizawa e Lélio Costa, o presidente do grupo Jacto, Shiro Nishimura, visitou o reitor do UNIVEM, Luiz Carlos de Macedo Soares, na manhã de sexta-feira, dia 25/11. Na oportunidade, o grupo Jacto presenteou o reitor com um belo quadro, contendo a gravura de um sabiá e o trecho de um poema japonês: "... E no silêncio das horas, canta um pássaro contente, sem se importar se alguém o ouve, ou se ninguém está presente..."

Segundo Nishimura, esse será o lema da Jacto para o ano de 2006. A mesma gravura e mensagem já estão nas agendas que a empresa imprimiu e está distribuindo aos fornecedores e amigos, como brinde de Natal. "Quando o país está envolvido em situações complicadas, como neste momento político que vivemos, o melhor a fazer é seguir a lição do pássaro, que continua cantando sem se importar se alguém o ouve", disse ele, referindo-se à importância da continuidade do trabalho, independente do caos que está lá fora.

Logo em seguida, Lélio Costa, que também é professor do UNIVEM, fez uma breve explanação do motivo da visita de agradecimento. Ele frisou que o processo de mudança na Jacto começou antes de Shiro Nishimura assumir a presidência da empresa, em fevereiro de 2000. Naquele ano, veio a decisão de viabilizar a parceria com a universidade, o momento de buscar novos conhecimentos para sustentar os processos decisórios.

Segundo relatou Lélio Costa, os primeiros cursos in company - preparados pelo UNIVEM especialmente para as necessidades da Jacto - cumpriram uma função imprescindível: abriram os canais de comunicação na empresa, antes truncados, e, a partir daí, os funcionários começaram a entender o processo da mudança e a se comprometer, participando. "Mudança sem suporte não acontece", disse o executivo. "A partir do momento em que nos aproximamos da universidade, começamos a desenvolver o auto-conhecimento, outra ferramenta da maior importância", completou.

José Luiz Yanaguizawa, também docente do UNIVEM, enfatizou que, para que a mudança ocorresse como o esperado, foi preciso criar vários "ambientes". "Um deles é o ambiente universidade", disse. Ele avalia que, após cinco anos de incubação na universidade, "hoje estamos mais conscientes e profissionalizados".

Retomando a palavra, Shiro Nishimura ressaltou que a visita era um feedback para o reitor do UNIVEM, Macedo Soares, que abriu as portas da universidade e permitiu que a empresa criasse um novo modelo de treinamento dos seus executivos e funcionários, que nasceu a partir das necessidades identificadas pela própria empresa e que contou com a participação de professores convidados de outras instituições. Referindo-se ao intercâmbio de informações entre os participantes dos cursos, ele comentou ainda que "criar este processo foi da maior importância e, com a ajuda dos professores, isso aconteceu mais facilmente". Segundo Nishimura, a relação formal na empresa (entre equipes, chefias e liderados) muitas vezes se torna um empecilho para a criatividade.

Com a participação nas aulas, a universidade transformou-se num grande laboratório, onde as responsabilidades foram mais e melhor delegadas e a criatividade tornou-se a palavra de ordem. "A transferência do conhecimento cultivado nas salas de aula para dentro da empresa foi acontecendo de maneira natural e todos ganharam. Era exatamente isso que esperávamos que ocorresse".

Nishimura continua no cargo de presidente do Conselho até o final de 2007. A todo momento, deixou clara a sua satisfação em ter tomado a decisão certa, no momento certo. "A maior mudança que ocorreu foi a do estilo", ressaltou. Ele relatou que o pai criou a empresa e a família sempre esteve à frente dos negócios, ocupando os principais cargos. Aos poucos, foram mesclando e modernizando a administração, que passou a contar com a participação de gestores externos (não familiares), um grande desafio, baseado no que ele, Shiro Nishimura, denominou como a receita do sucesso: "Mudança é sinônimo de confiança (na equipe), alicerçada pela transparência das ações (ações sinérgicas e integradas) que vão resultar no sucesso."

Durante esses anos de capacitação e treinamento, acompanhados pela universidade, a empresa saiu do sistema de gestão piramidal para o horizontal, onde os processos de decisão são compartilhados. Os três executivos fizeram questão de ressaltar que o maior retorno desses cinco anos de investimento foi a mudança do embasamento conceitual, ou seja, o reposiocionamento da empresa no mercado, acompanhando as mudanças externas, dando respostas mais rápidas para os clientes internos, e usando a criatividade como a maior e melhor ferramenta estratégica.

Shiro Nishimura ocupa o mais alto cargo da empresa, mas continua com o estilo interiorano, tendo a humildade como maior característica. Ao comentar todas estas mudanças, diz : "Nasci e fui criado na fazenda, sou da terra, mas tive que assumir a liderança de uma grande empresa. O desafio era grande, então, decidi que somente a educação poderia me ajudar. Tomei a decisão certa e sempre digo isso aos meus colaboradores". E completou com uma importante observação: "Ontem, durante uma prévia da apresentação do orçamento para 2006, percebi que atingimos nosso objetivo. Cada um fez e apresentou detalhadamente a sua parte, mas, no todo, era como ouvir uma orquestra afinada tocando uma única e linda melodia".

Macedo Soares, reitor do UNIVEM, amigo de Nishimura desde a infância vivida na cidade de Pompéia, onde cresceram e estudaram juntos, emocionado pelos depoimentos, agradeceu a homenagem recebida e disse que também se sente muito feliz.

Há 10 anos na presidência da mantenedora da Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha, junto com seus pares, vem promovendo mudanças profundas na organização e modernização da entidade. "Em julho de 2003 conseguimos a transformação em Centro Universitário", lembrou ele, reforçando que, antes, já haviam sido instalados os mestrados em Direito e Ciência da Computação, outros dois grandes desafios vencidos. Depois, vieram os cursos superiores de tecnologia, formação superior de curta duração, outro grande paradigma quebrado, e, agora, o preparo para a transformação em universidade. "Atender a uma empresa de grande porte como a Jacto, e saber que todo esse trabalho de cinco anos de parceria apresenta excelentes resultados, é o melhor atestado de competência que poderíamos receber".

Fonte: Univem

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