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Falso aviso ajuda a vender caneta e régua

      
Maira Escovar

Na frente do prédio da Faculdade de Economia e Administração (FEA), desde cedo, cartazes sem o timbre da Fuvest diziam aos vestibulandos que era preciso régua e caneta preta para fazer a prova. Mas a informação não era confirmada pela entidade. ? o próprio coordenador da sala quem empresta a caneta para os candidatos assinarem a lista e não precisa de régua para nada, disse o coordenador da Fuvest, José Coelho Sobrinho.

Coincidentemente, perto do horário de entrada dos alunos, entre 12h30 e 13 horas, um ambulante se instalou oferecendo canetas pretas e réguas, e vendeu bastante. Eu não sabia dessa caneta preta nem da régua, porque não estava no manual mas, na dúvida, comprei, conta Márcia Notomi, de 34 anos, candidata ao curso de Filosofia .

Os kits foram vendidos para vários estudantes que acreditaram terem esquecido o material. Pagaram R$ 4,00 por uma régua de plástico pequena e uma caneta esferográfica preta, valor bem acima do preço das papelarias, que cobram R$0,50 pelo kit. ? um absurdo. Tem gente que pode querer voltar para casa para buscar esses materiais e acabar perdendo a prova, completou Márcia.

Quando questionado sobre os cartazes, o ambulante, que não quis se identificar, disse que não sabia de nada. Normalmente eu vendo só água mas, dessa vez, resolvi vender materiais também, se limitou a dizer. A caneta é exigida apenas na segunda fase da Fuvest, assim como régua, compasso, esquadro e transferidor, apenas nas provas de Matemática e Física.

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