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Bolsa atrai atletas para Nossa Liga

      
Adalberto Leister Filho

Todos os clubes que iniciam, a partir de hoje, a disputa do torneio feminino da Nossa Liga de Basquetebol oferecem bolsas de estudo em universidades às suas jogadoras ou negociam parcerias com instituições de ensino.

? o caso de Piracicaba e Niterói, que se enfrentam hoje, na partida de abertura da competição, às 20h, no interior paulista.

Com o vestibular, devemos ter até 12 atletas na Unimep [Universidade Metodista de Piracicaba]. As jogadoras avaliam esse lado quando acertam contrato conosco, diz Ilda Gonçalves, presidente do Piracicaba, cuja equipe conta com alunas de educação física e fisioterapia, entre outros cursos.

Já o São Bernardo mantém parceria com outra universidade metodista, a sediada na cidade do ABC, que possui tradição no handebol masculino -contabiliza sete títulos da Liga Nacional.

Eles dão bolsas às jogadoras. Cada um custeia uma parte do projeto, comenta José Fiorizzi, secretário de Esportes da Prefeitura de São Bernardo do Campo.

Santos e Pindamonhangaba, que volta a ter equipe feminina após uma ausência de 15 anos, negociam projeto semelhante com faculdades de suas regiões.

Estamos conversando com duas universidades para financiar o estudo das jogadoras, informa Abdala Salomão, diretor de basquete do Pindamonhangaba.

Formado pelos clubes insatisfeitos com a condução do Nacional pela Confederação Brasileira de Basquete, o torneio feminino da NLB terá times de somente dois Estados (São Paulo e Rio).

Há 18 anos uma competição com abrangência nacional não tem tão poucos representantes de unidades da federação. Naquele ano, a antiga Taça Brasil teve a participação de quatro equipes, de apenas dois Estados.

O Nacional da CBB, que encerra hoje seu primeiro turno, conta com nove clubes, sendo sete de SP. Goiás e Pernambuco completam a lista de competidores.

No ano passado, porém, a disputa passou pelo vexame de perder um clube, o Rio das Ostras-RJ, durante o torneio, que foi encerrado só por times de SP e MG.

O problema é que o basquete feminino está concentrado em São Paulo. A CBB precisa trabalhar para implantá-lo em outros Estados. No Nacional, criaram um time no Recife [o Sport], mas, para isso, fecharam uma equipe de São Paulo [o Ribeirão Preto], argumenta Ilda, do Piracicaba.

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