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Segunda etapa influencia pouco em aprovação

      
A relação dos aprovados na Fuvest pouco mudaria se houvesse apenas a primeira fase do vestibular. Um estudo realizado pela própria fundação mostra que a lista final de aprovados teria de 3% a 6% de nomes diferentes caso fosse aplicada apenas uma prova.

Hipoteticamente, em uma graduação com 50 vagas oferecidas, no máximo três vestibulandos que não estivessem entre os 50 mais bem posicionados na primeira etapa seriam aprovados.

Outro caso levantado pela Fuvest é o que aponta a dificuldade de os estudantes conseguirem galgar posições na segunda fase. No vestibular 2004, dos 8.547 candidatos aprovados na USP, somente 51 tiveram exatamente a nota mínima para a segunda etapa, o equivalente a 0,6% dos aprovados.

No processo seletivo 2003, 60 dos 8.331 calouros conseguiram uma vaga em 38 cursos.

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