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Alunos e professores cobram reivindicações

      
Quase cinco meses após o fim da greve que durou 55 dias nada mudou. A residência universitária ainda não foi implantada, o acervo da biblioteca permanece desatualizado, salas e laboratórios precários, faltam professores. A avaliação foi feita pelo movimento de estudantes e professores da Universidade Estadual (Uece) durante assembléia comunitária realizada ontem no campus do Itaperi.

Segundo os estudantes, a situação continua crítica tanto para quem estuda na Capital como nas unidades do Interior. Eveline Medeiros, do Diretório Central de Estudantes (DCE), diz que o movimento pretende criar mecanismos políticos para que a pauta de reivindicação negociada na greve passada seja cumprida.

Os professores também estão insatisfeitos. Eudes Baima, da seção sindical dos docentes da Uece/Andes, observa que a Reitoria cumpriu em parte o prometido, foi o caso do concurso público. Das 247 vagas acertadas até 2006, já foram cumpridas 126. Porém, Baima ressalta que não há indicativo para o próximo ano. Com a retomada do movimento, será dado enfoque às questões salariais.

O vice-reitor da Uece, João Nogueira Mota, diz que a instituição sabe da importância da residência universitária e que em encontro com os prefeitos onde há unidade da Uece foi solicitado apoio dos gestores para implantação dessas moradias. Quanto à melhoria da infra-estrutura das instalações (bibliotecas, laboratórios) da Uece em Fortaleza e no Interior do Estado, Mota acrescenta que depende da liberação de recursos na ordem de R$ 3 milhões oriundos de emendas parlamentares ao Orçamento da União, feitas pela bancada federal cearense.

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