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Cresce a procura por seguro-educação e pela previdência privada para assegurar a formação escolar dos jovens.

      

A garantia de continuidade da formação escolar dos filhos é uma das principais preocupações dos pais. Esse interesse vem crescendo nos últimos anos, de acordo com o diretor comercial da Indiana Seguros, Marco Machini. "A arrecadação do setor com seguro-educação saltou de R$ 13 milhões, em 2003, para R$ 21 milhões, em 2005, um crescimento de 61% em dois anos", conta Machini.

O segmento de planos de previdência para jovens, que tem entre seus objetivos financiar a faculdade ou um curso de pós-graduação, por sua vez, vem crescendo uma média de 30% ao ano. Esse setor já representa aproximadamente R$ 3,1 bilhões do patrimônio dos planos de previdência, segundo o diretor-executivo comercial da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira. Mas qual a melhor opção para o pai: o seguro-educação ou o plano de previdência privada?

De acordo com Marcos Silvestre, coordenador do Centro de Finanças Pessoais (Cefipe), os dois produtos têm a mesma proposta: fazer o pai ou o responsável abrir mão de um valor no presente para garantir a educação do jovem no futuro. Mas são distintos em suas formas e se complementam. "No seguro-educação, se ocorrer o sinistro, o jovem já contará com o benefício a partir do primeiro mês de pagamento. Na previdência privada, há a exigência do cumprimento do período de acumulação de recursos.

Em contrapartida, o jovem receberá o benefício em qualquer hipótese. Silvestre comenta que o mais indicado é que o pai ou o responsável adquira tanto o plano de previdência quanto o seguro.

De acordo com Machini, da Indiana, o seguro-educação pode ser adquirido de forma individual, pelo pai ou responsável, ou por meio de apólice coletiva, por intermédio da escola.

A contratação é feita com base no valor da mensalidade escolar e pode quitar todo o ciclo educacional escolhido. Por exemplo, um pai de 35 anos, com filho de 7 anos e mensalidade de R$ 300, vai ter um capital segurado para indenização de morte de qualquer causa e invalidez total por acidente de R$ 50.400,00 e vai pagar R$ 11,73 por mês.

Na previdência privada, a contribuição mínima mensal gira em torno de R$ 50. Há planos de previdência que prevêem o pagamento de benefícios adicionais, como o pecúlio ao segurado, no caso de morte ou invalidez do responsável, lembra José Ronoel Piccin, presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

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