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Driblar dificuldades é desafio de intercambistas

      
Na Alemanha, a imagem que Bastian Geppert, 23 anos, tinha do Brasil era Copacabana (RJ). Um lugar quente, cheio de mulheres bonitas tomando coquetéis coloridos. Quando chegou ao Estado para cursar Computação, na Universidade de Caxias do Sul (UCS), viu que estava enganado.

- Encontrei gente tomando cerveja e muito frio. ·s vezes, fica difícil me comunicar, mas todos me ajudam muito - diz Bastian.

Driblar diferenças culturais e enfrentar novos currículos são desafios de quem estuda no Exterior. Para a coordenadora de assuntos internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Silvana Souza Silveira, o intercâmbio na graduação tem como principal vantagem o desenvolvimento da autonomia para trabalhar em equipe, um dos requisitos do mercado de trabalho.

- A oferta internacional está voltada para o Brasil. Mas é preciso avaliar bem antes de assinar um convênio - diz Luciane Stallivieri, assessora de relações internacionais da UCS e presidente do Fórum das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais.

A mobilidade na graduação ainda está começando no Brasil. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) regulamentou recentemente seus programas e, por enquanto, apenas alunos de engenharia podem optar pela dupla titulação.

- Os alunos devem ter, pelo menos, 80% de conceitos A no currículo. O engenheiro globalizado é mais valorizado pelo mercado - diz o professor João Manuel Gomes da Silva Júnior, coordenador dos programas de intercâmbio da universidade.
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