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Notícias

Movimentos de contestação

      
Por Lilian Burgardt

Panelaço, apitaço, marcha ou carreata. Estas são algumas formas que, há muitos anos, são escolhidas pelos povos para mostrar aos seus líderes e à sociedade sua insatisfação em decorrência das transformações políticas e sociais que oprimem e prejudicam os cidadãos. Mas de onde veio este espírito lutador? Desde os primórdios, nos tempos antes de Cristo, já se tinha notícia de guerras civis e de revoltas populares, embora, nesta época, a reação do governo (império) contra tais atos fosse muito mais sangrenta e violenta do que na atualidade.

O Universia consultou especialistas em Ciências Sociais, além de estudiosos de grandes movimentos populares, para entender a razão que leva as pessoas a se unirem e batalharem por uma causa, mesmo que sejam necessários anos de luta e de protesto pela conquista de melhores condições de vida. Tais especialistas também falaram sobre os grandes ícones destes movimentos de contestação e o papel que tais grupos assumem perante uma sociedade, seja ela democrática ou não. Além disso, discutiram como tais movimentos são vistos pela sociedade quando se valem do pacifismo para alcançar seus objetivos, ou quando adotam a violência, o desrespeito e o vandalismo para insuflar seus protestos, inclusive, em manifestações estudantis. Leia a reportagem especial clicando sobre os links a seguir e saiba mais.

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