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Esalq traça plano contra abandono de animais no campus

      
A direção da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) convocou professores e alunos, além de representantes da prefeitura e da SPPA (Sociedade Protetora dos Animais), para definir uma estratégia que ajude a equacionar o problema do abandono de animais domésticos no campus Luiz de Queiroz. O prefeito do campus José Otávio Brito afirma que a quantidade de animais está se tornando "insuportável". O projeto inclui o levantamento populacional, que até o momento não existe - ao menos oficialmente.

Brito é o responsável por organizar os trabalhos, que envolvem 25 pessoas das três unidades do campus: Ciagri (Centro de Informática do Campus Luiz de Queiroz), Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura) e Esalq. Os integrantes estão divididos em seis grupos de trabalho. As discussões começaram há cerca de 45 dias e vinham sendo mantidas em sigilo.

A ordem expressa é para que nenhum integrante da comissão transmita à imprensa detalhes do que vem sendo discutido internamente. A exemplo do que foi feito com a série de restrições ao uso do campus - divulgadas no último dia 2 - a estratégia é trabalhar nos bastidores para trazer ao público uma proposta fechada. Mas o método mostrou-se ineficiente na oportunidade anterior: uma semana depois de divulgado à imprensa, as restrições foram canceladas. Uma das razões apresentadas para a mudança de planos foi a pressão popular.

Brito enfatizou que a palavra "extermínio" não deve ser empregada. "Que isso fique bem claro. Em momento algum falamos em extermínio de animais" , disse. Segundo ele, a prioridade seria evitar maus-tratos aos próprios bichos. "Estamos pensando primeiramente neles (cães e gatos). Os possíveis problemas à saúde humana são encarados como secundários", disse.

O veterinário do canil municipal Paulo Roberto Lara, representante da prefeitura na comissão da Esalq, afirma que o maior problema do campus não seriam os cães, mas sim os gatos.

GREVE - O diretor estadual do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo), Alexandre Vendemiatti disse que a diretoria da Esalq está fazendo pressão psicológica sobre os servidores para evitar novas adesões à greve. O diretor da Esalq, José Roberto Postali Parra, negou. "Isso não é verdade e deve ser algo da cabeça dele".
Vendemiatti afirmou que entre os campi da USP (Universidade de São Paulo) no interior do Estado, o da Esalq é o que apresenta maior adesão à greve. Segundo o diretor do sindicato, a adesão na unidade chega a 70% dos servidores. Parra fala em 30%.

(colaborou Rodrigo Guidi)
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