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Uni-BH, meu primeiro emprego

      
Desde maio deste ano, um grupo de jovens tem ajudado os funcionários do Uni-BH nos diversos setores da Instituição. São os chamados aprendizes, jovens de 14 a 24 anos, que trabalham em condições especiais, conforme explica o coordenador de Gestão de Pessoas da Casa, José Antônio de Abreu.

Ao oferecer oportunidade de emprego aos aprendizes, o Uni-BH se ajusta ao decreto presidencial que exige a contratação de jovens por empresas em número proporcional ao de funcionários. De acordo com o coordenador, pela lei, a Instituição tem que disponibilizar 22 vagas. Assim, 13 aprendizes estão no campus Estoril, enquanto sete no Diamantina e dois no Lourdes.

José Antônio Abreu explica que a contratação dos jovens foi feita de forma terceirizada. O Uni-BH firmou uma parceria com a ONG Sociedade de Ensino Social Profissionalizante que seleciona, treina e contrata os jovens para, posteriormente, encaminhá-los à Instituição. "A ONG atende jovens de famílias de baixa renda que, muitas vezes, estão em busca do primeiro emprego", afirma o coordenador.

No Uni-BH, como prevê a lei, os jovens têm uma carga horária diferenciada. Eles trabalham quatro vezes por semana, seis horas por dia. Segundo José Antônio, como todos são estudantes, o horário de trabalho não pode coincidir com o das aulas. Uma vez por semana, no dia em que não estão na Instituição, eles recebem treinamento na ONG. "São verdadeiramente aprendizes. Estão aqui (no Uni-BH) para aprender uma profissão", comenta.

Pelo contrato de trabalho, que tem duração máxima de dois anos, os aprendizes recebem por hora trabalhada, proporcional ao salário mínimo. De acordo com o coordenador da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, existe a possibilidade de os alunos serem contratados pelo Uni-BH no futuro. "Caso contrário, por já terem uma experiência profissional, além de terem passado por treinamento, estarão preparados para trabalhar em outro lugar".

A aprendiz Natascha Pollyana Santos de Oliveira, 15, moradora do bairro Silveira, zona leste de Belo Horizonte, trabalha no setor de estágios do Uni-BH. Ela, que cursa o 1o ano do ensino médio, disse "estar aprendendo muita coisa na Instituição". Sua colega de setor, a também aprendiz Juliane Vasconcelos, 14, moradora do bairro Tirol, região do Barreiro, destaca as pessoas que trabalham na Casa. "Todos são muito educados", sintetiza.

Já o estudante do 2o ano do ensino médio Wallace Luiz Domiciano, 15, morador de Mário Campos, Região Metropolitana de Belo Horizonte, disse que planeja ajudar em casa com o salário que recebe como aprendiz do Uni-BH. Ele, que trabalha na Instituição das 9h30 às 15h30, após o serviço, vai direto para a escola. "Como moro longe, vou direto para não perder nenhuma aula", explica. O jovem, que auxilia os funcionários da Reitoria e das Pró-Reitorias, disse gostar do que faz: "Gosto de trabalhar com informática. Aqui tenho a oportunidade de confeccionar etiquetas e digitar textos, além de fazer pequenas pesquisas. Estou aprendendo muitas coisas. Aqui as pessoas são maravilhosas".

Fonte: UniBH
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