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Conferência debate crédito educativo na América Latina

      

Da redação do Universia

O crédito educativo e o impacto que ele provoca no Ensino Superior serão os temas centrais da Conferência Pan-Americana de Crédito Educativo, realizada em Lima, Peru. Organizada pelo Universia em conjunto com o Banco Mundial, o evento irá reunir especialistas do setor e autoridades latino-americanas para conhecer a atual situação e as tendências sobre o crédito educativo. O evento também pretende traçar linhas de atuação que possam ser aplicadas, futuramente, em toda a América Latina.

O evento será aberto na manhã desta quinta-feira, pelo ministro peruano da Educação, José Antonio Chang Escobedo. Gestores e representantes de instituições brasileiras e latino-americanas participarão do evento. Na programação, consta, ainda, a participação da coordenadora-geral de Projetos Especiais para Graduação do MEC, Paula Branco de Mello.

Entre os temas que serão debatidos no evento estão:

- Contribuição do Ensino Superior no desenvolvimento da América Latina;
- Panorama do crédito educativo na América Latina e no Caribe;
- Atraindo a iniciativa privada ao crédito educativo;
- O crédito educativo como instrumento para a reforma da Educação Superior;
- Papel do setor público no crédito educativo;
- Como promover o crédito educativo na América Latina: aspectos culturais e políticos;
- Estudos de caso do crédito educativo na região;
- Avaliação do impacto de créditos educativos;
- Administração da ajuda financeira nas IES;
- Experiências globais;
- Benefícios do crédito educativo para IES.

Perspectivas do Ensino Superior na região

Segundo dados do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em 1995, a América Latina contava com 42 milhões de pessoas em idade de acesso ao Ensino Superior. Em 2000, esse número já era superior a 46 milhões e a estimativa a entidade é que chegue a 50,5 milhões até 2010.

Paralelo ao crescimento deste índice, no entanto, cresce também a preocupação da região com a condição de estudo que é dada aos jovens. Ou seja: deste total, quantos têm condições reais de alcançar a formação superior?

Dados do BID apontam que apenas quatro países da região registram mais de 40% dos jovens entre 18 e 24 anos matriculados no Ensino Superior. Pior que isto, em oito nações, este índice não alcança 20% - incluindo o Brasil.

A busca por soluções

Neste contexto, o que se debate é qual tipo de ação se pode tomar para combater esta exclusão no Ensino Superior. Nos últimos anos, a América Latina tem vivenciado crises econômicas que afetaram diretamente a administração de seus investimentos sociais. Assim, cada vez mais os governos têm optado por investimentos nos níveis básicos da Educação, reduzindo, sistematicamente, os investimentos no Ensino Superior.

Para Jamil Salmi, Coordenador para o Ensino Superior do Banco Mundial, o crédito educativo é um mecanismo econômico e social importante para combater essa realidade, e é também uma ferramenta que já está em uso em mais de 60 países. Em sua opinião, o crédito educativo permite a utilização mais eficiente dos recursos financeiros do governo e promove a equidade.

* Com informações do site oficial e Universia Peru

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