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FGV, USP e Ibmec em prol da educação corporativa

      
O principal desafio das empresas não é cumprir meta. Mas encontrar sua vantagem competitiva sustentável, o diferencial competitivo para o seu negócio. No passado, achavam que esse diferencial era o dinheiro - quem tinha acesso a recursos financeiros poderia ser fortemente diferenciado. Hoje em dia, sabemos que recursos financeiros são abundantes no mundo, projetos é que faltam. Aí, surgiu a segunda alternativa: a tecnologia. Mas a história recente mostra que ela é rapidamente copiada. Um mês depois de ser lançada, a tecnologia é domínio público, todo mundo tem acesso. Não é diferenciador. O elemento diferenciador sustentável é gente, conhecimento. Gente com capacidade de reagir de forma adequada às mudanças. Gente que pensa.ÿ

Foi assim que Jacques Gelman, vice-dretor de Educação Executiva da FGV-EãSP, abriu sua brilhante palestra, fisgando a atenção de toda a platéia. A partir desta conceituação, definiu o que é a Educação Executiva: desenvolvimento de pessoas, e não treinamento de pessoas.

A FGV entende que o melhor lugar que - mais do que treinar - sabe desenvolver pessoas, é o ambiente acadêmico. ? na Academia que se ensina a pensar, a entender o que está acontecendo no mundo. "As IES de negócios já entenderam que é necessário fazer essa parceria com as empresas", afirmou.ÿ

Tanto que, de acordo com as pesquisas apresentadas por Gelman, os cursos customizados crescem com mais vigor atualmente do que os cursos abertos nas IES de negócios. Citou pesquisa da Unicon, organização que agrega 70 maiores escolas de negócios dos Estados Unidos, que mostrou que 30% delas têm receita acima de US$ 20 milhões com educação executiva. Em 50% dessas escolas, os cursos customizados são a maior fonte de receita delas.ÿ

Segredo do sucesso
Segundo tal pesquisa, os principais fatores que fazem um curso in company ser bem sucedido é a IES ter uma parceria direta com o cliente, e vincular a estratégia da empresa ao programa do curso, além da visibilidade e repercussão. ? fundamental, também, que o curso tenha avaliação adequada e objetivos bem definidos. Para tanto, é preciso ter clara as competências prioritárias que se quer desenvolver.ÿ

Com isso em mente, desde 2003 a GV criou como unidade de negócios a Educação Executiva GV-Administração. "A partir de então, ficamos absolutamente envolvidos em todo o processo das empresas. Somos uma atividade de sustentação da escola e nossa missão é construir o desenvolvimento profissional para excelência", conta. Desde que foram inagururados até hoje, os cursos customizados cresceram muito. De 3.800 alunos em 2003, passou para 6.300 em 2006. Um crescimento bem mais significativo do que o dos cursos abertos, que contavam com 5.181 alunos em 2003 e no ano passado contaram com 5.500.ÿ

A USP também já está no ramo das parcerias com empresas desde 2004. "Entendemos a importância da inovação, não só em prol do lucro, mas também para o desenvolvimento sustentável e em prol do meio-ambiente", disse o professor Guilherme Ary Plonski, da faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP), que tem parceria com o Metrô, Comgás, entre outras.ÿ"O nosso desafio é formar gestores para as Universidades Corporativas e conseguir equilibrar dois mundos aparentemente diferentes (empresa e academia)", afirmou.ÿ

Para Murilo Furtado, diretor de programas corporativos do IBMEC São Paulo, para que um curso customizado seja bem sucedido é preciso que as IES entrem no processo querendo de fato entender para a onde a empresa está indo, e desenhar junto com ela um programa que tenha como meta aumentar o nível dos funcionários, dando para a empresa a garantia de que aquele programa foi feito sob medida e não será duplicado para outra.ÿ
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