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Uma questão de prioridade

      
Demétrio Guilardi, 21 anos, sempre gostou de números. Em razão disso, escolheu engenharia elétrica no vestibular. Aos 16 anos, foi aprovado em uma faculdade particular. Durante um ano dividiu seu tempo entre os estudos e o trabalho como programador em informática. Foi quando percebeu que não estava no curso certo. Aliás, a evasão em engenharia elétrica no país é de 20%. Demétrio trocou o curso por ciência da computação. A mãe, funcionária pública, arcava com as mensalidades. A situação apertou e ele precisou trancar a matrícula. "Sinceramente, não penso em voltar", admite. Demétrio explica que, na área de trabalho dele, há cursos e certificações mais importantes que um diploma de ensino superior. "Se eu me formasse, meu salário subiria em R$ 150. A experiência conta mais que os conhecimentos acadêmicos", opina. Por enquanto, o programador quer investir em seu aperfeiçoamento profissional. Não na graduação.
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