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Campus do Pici ganha borboletário

      
As borboletas, com suas asas coloridas, proporcionam ainda mais vida e movimento aos jardins

Desenvolver a educação ambiental, bem como favorecer pesquisas à comunidade estudantil são as objetivos do Borboletário Didático da Universidade Federal do Ceará (UFC), que foi apresenta ao público, na manhã de ontem, no Campus do Pici. No espaço de criação e manutenção de borboletas vivas, repleto de plantas floridas, o visitante poderá apreciar cinco espécies existentes no Ceará, além de conferir o ciclo de vida da espécie.

O Borboletário Didático é um embrião para transformar Fortaleza, futuramente, na Cidade das Borboletas, devendo servir como suporte ao Borboletário Público Municipal - Jardim da Biodiversidade, a ser erguido pela Prefeitura de Fortaleza no Parque Rio Branco, na Avenida Pontes Vieira.

O espaço no Campus do Pici, que já conta com cerca de 150 borboletas, possui dois ambientes. No primeiro ficam borboletas e casulos em plantas chamadas hospedeiras. O segundo é utilizado para o manejo das lagartas para viabilizar a metamorfose em borboleta.

Idealizadora do Borboletário Didático, a bióloga e professora Priscila Holanda, destaca que o espaço se insere no Projeto Cores da Natureza, coordenado pela chefe do Departamento de Fitotecnia da UFC, professora Niedja Goyanna. Priscila ressalta a importância das borboletas para a reprodução das plantas ao realizarem o transporte de pólen. Além disso, atuam como indicadoras biológicas na medida em que são insetos que só conseguem viver em ecossistemas equilibrados.

Para a bióloga, o Borboletário Didático deve se transformar em breve em importante ferramenta de educação ambiental, pesquisa, conservação e lazer. Atualmente, existem cerca de 250 borboletários no mundo. A grande maioria fica na Europa e América do Norte. "O Borboletário da UFC pode ser um espaço singular em Fortaleza, mas é preciso parcerias para mantê-lo e ampliá-lo o espaço, viabilizando o seu usufruto por toda a comunidade", enfatiza Priscila Holanda.

Insetos lepidópteros, as borboletas vivem de duas semanas a seis meses, alimentando-se do néctar das flores e de frutas fermentadas. Diferente da maioria dos insetos, não são nocivas ao homem. Ao contrário, com suas asas coloridas proporcionam ainda mais vida e movimento aos jardins.
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