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Alunos pressionam

      
Estudantes da UnB fazem manifestação e depois entregam uma lista de reivindicações ao reitor cobrando medidas para combater discriminação dentro da universidade

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) se reuniram, ontem, com o reitor Timothy Mulholland para cobrar medidas de combate ao racismo e melhoria na assistência aos estudantes de baixa renda. Antes, eles fizeram uma manifestação, que começou na Ala Norte do Instituto Central de Ciências (ICC), o "Minhocão", ao meio-dia.

Uma carta compromisso assinada pelo EnegreSer (movimento negro dos estudantes da UnB), o Afroatitude, um projeto voltado à saúde da população negra, e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) foi entregue ao reitor. No documento, a comunidade estudantil reivindica, entre outras coisas, a criação de um Centro de Convivência Africano (para integrar os estudantes daquele continente com os brasileiros), concessão de bolsa para alunos cotistas, reforma completa da Casa do Estudante (CEU), combate e punição aos professores racistas da universidade.

Levando cartazes com frases contra o racismo, os alunos chegaram à reitoria e, depois de duas horas de espera, foram atendidos por Mulholland. "Temos que romper o histórico de exclusão dentro da universidade e evitar que atos como o incêndio nos apartamentos dos africanos voltem a acontecer", protestou Lia Maria dos Santos, do EnegreSer.

O reitor se comprometeu a dar uma resposta aos estudantes já na próxima semana. Para Mulholland, "é um erro caracterizar o incêndio como uma simples briga de vizinhos". Ele reiterou que, além da Polícia Federal, a UnB está apurando internamente o crime.
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