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Sem medo de voltar atrás

      
Mariana Cunha, de 22 anos, entrou na universidade convicta de que queria ser antropóloga. Gostava de estudar o ser humano e a cultura das sociedades, então nenhuma carreira lhe parecia mais perfeita. Durante as aulas, ela foi percebendo que o curso era muito diferente do que imaginava. A estrutura da graduação e o ambiente não lhe agradavam. Por fim, ela se sentia completamente desestimulada. Não tinha vontade de ir para as aulas. O sofrimento era tanto, que ela ia para as aulas chorando.

Para esfriar a cabeça, ela decidiu trancar todas as matérias que estava fazendo. Deu um tempo a si mesma. Passou a pesquisar outros cursos, visitar outros departamentos da universidade e observar algumas aulas. Começou a olhar com carinho para a arquitetura, área que jamais imaginara estudar. No semestre seguinte, pegou uma matéria do curso só para ver como seria. Conheceu profissionais da área que a estimularam. No final das contas, Mariana largou ciências sociais e investiu na arquitetura.

No 5º semestre da graduação, ela não se arrepende. "Faço tudo com prazer. Tomei a decisão certa", explica. A família foi muito importante nesse processo, porque deu total apoio à jovem. Mariana acredita que a escolha profissional é feita muito cedo e baseada em poucas informações. Para ela, os estudantes têm de ir à universidade e conhecer a estrutura dos cursos antes do vestibular.
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