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Guinada difícil

      
Carla Aguiar de Castro, 28 anos, passou em dois vestibulares diferentes quando terminou o ensino médio. Não sabia se apostava em educação física na Universidade de Brasília (UnB) ou em odontologia em uma instituição particular. Ela queria cursar os dois. Mas, por pressão dos pais, optou por odontologia. Eles acreditavam que o futuro profissional da filha seria mais promissor como dentista. Mas, no fundo, ela sentia uma vontade enorme de cursar educação física.

A jovem acabou gostando de odontologia e escondeu a frustração de não ter feito o que queria. Formada, ela se deparou com as dificuldades da profissão, bastante desvalorizada, segundo ela. Atuou no programa Saúde da Família por dois anos e montou o próprio consultório. Ficou difícil manter o espaço. Enquanto isso, a academia do marido fazia sucesso. Nesse contexto, ela tomou a grande decisão de sua vida: largar a profissão.

"Estava há quase 10 anos nessa guerra. Decidi fazer orientação profissional", afirma. Carla garante que foi a melhor opção. Com o apoio especializado, se sentiu confiante para largar a odontologia de vez e partir para a nova empreitada. Há dois anos, ela cursa educação física e se sente realizada. Está trabalhando muito e feliz. Mas ela admite que jogar tudo para o alto não é fácil. "Se tivesse tentado levar os dois cursos quando passei no vestibular, talvez tivesse me decidido antes", acredita.
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