text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Vivência de mercado

      
Julia Gontijo Avelar, de 18, está no 1º período de economia da UFMG e vai participar pela primeira vez do Desafio Sebrã. Ela e os amigos André, Letícia, Marcelo e Lucas ainda não decidiram o nome da equipe e aguardam uma idéia para fazer a inscrição. O grupo ficou sabendo do desafio por meio de uma divulgação que ex-participantes fizeram na própria universidade.

Julia espera que essa seja uma oportunidade de ter experiência com empreendedorismo. "Gostamos dessa parte administrativa e já lemos os textos nos site para saber o que nos espera", comenta. "Conversei com quem já participou, e me disseram que as estratégias devem ser criativas para não fazer o mesmo que todo mundo."

Gustavo Riente de Andrade, de 23 anos, aluno do 8º período de engenharia civil na UFMG, já participou da competição em 2003, 2004 e 2005. Este ano vai tentar de novo juntamente com os amigos Karla Cristina, Ricardo, Louis e Daniel, com os quais forma a equipe Discípulos de Sun-Tzu. "? o nome de um estrategista chinês do século 3 a.C., que escreveu a Arte da guerra, livro muito usado hoje no mundo corporativo", explica.

Gustavo foi campeão mineiro e ficou no 7º lugar nacional, em 2004. No ano seguinte, foi campeão em Minas e 2º lugar nacional. "De acordo com as regras, a equipe que chega a uma etapa presencial tem que se desfazer para participar no próximo ano. A competição também fica mais difícil, porque tenho que jogar na chave master, competindo com todos os estados desde a primeira etapa", explica. Ele acredita que, para jogar, é preciso usar os conhecimentos que aprende na universidade e os que foram adquiridos ao longo da vida. "Em Minas, muitos vencedores são dos cursos de exatas", destaca. "Acho que o raciocínio lógico ajuda, mas não há nenhuma ligação do desafio com o curso que você faz. O empreendedorismo é para todos."

Essa também é a opinião do especialista em jogos de empresas e criador do Desafio Sebrã, Armando Leite Ferreira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, Minas tem bons resultados entre os alunos de exatas porque eles são a maioria dos inscritos, cerca de 80%. "No ano passado, os campeões eram da área biológica. Na verdade, o que conta mesmo é a dedicação, o tempo que gastamos analisando cada problema", ensina. Além disso, acredita que o empreendedorismo está ligado a todas as áreas: "Seja para um médico, engenheiro ou dono de padaria, é o futuro".

Armando conta que esses jogos surgiram nos Estados Unidos, em 1960, dentro de empresas, mas só ganharam força nos anos 90 com o surgimento da internet. "Tiveram origem nos jogos de guerra. Eram usados por empresas e universidades para tentar simular o mercado e a concorrência. Hoje, o maior uso é nos programas de trainee, para simulações", afirma. Segundo ele, esses jogos têm capacidade de fazer com que pessoas vivenciem de três a quatro anos de uma empresa num período de dias. "Uma ferramenta educacional interessante. O número de alunos participantes confirma isso", ressalta.

Serviço: Desafio Sebrã 2007

www.desafio.sebrã.com.br
  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.