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USP e Ibmec lideram entre as mais admiradas

      
Dentro do atual quadro de oferta de mão-de-obra no Brasil, a qualificação profissional passou a ser um dos principais critérios de seleção nas empresas. Atualmente, além de exigirem dos candidatos bom conhecimento de línguas estrangeiras e habilidade em informática, elas valorizam principalmente um bom currículo escolar.
Esta é uma das conclusões da pesquisa realizada entre fevereiro e março de 2007 pelo DCI, que ouviu 107 empresários e diretores de empresas. Para a maioria deles, o nível universitário dos candidatos é o primeiro ponto levado em consideração para a seleção.
No entanto, ainda é pequena a participação do pessoal com formação universitária na população brasileira.
Apenas cerca de 15% dos brasileiros adultos têm este grau de formação. Este é o motivo pelo qual grande parte dos jovens, nos dias atuais, esteja pleiteando a obtenção de diplomas que os qualifiquem para disputar as melhores oportunidades em um mercado que vem se tornando cada vez mais exigente.
Para atender a esta demanda crescente de formação superior, novas organizações de ensino têm surgido. Nos últimos dez anos, o mercado de cursos universitários no Brasil passou por uma rápida e profunda transformação.
Antigas e tradicionais universidades estão recebendo a competição direta de novas e modernas instituições de ensino que buscam oferecer qualidade para disputar este imenso mercado constituído pelo público que busca formação universitária.
Universidades conceituadas
A Pesquisa DCI apontou ainda a que a tradição permanece sendo o principal critério de avaliação das instituições de ensino superior. Por adotar este critério, a maioria dos empresários consultados apontou a Universidade de São Paulo (USP) como sendo a melhor instituição de ensino.
Sendo a mais antiga das atuais universidades brasileiras, teve a tradição construída por mais de 70 anos a seu favor na conquista de 44% dos votos. Dentro deste mesmo critério, com 34 % das respostas, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ocupa o segundo lugar entre as instituições de ensino superior de maior prestígio junto aos empresários, vindo a seguir a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com 30% das respostas, e a Universidade Mackenzie, com 21%.
Apesar da grande concentração de respostas nestas quatro instituições do ensino superior, dezenas de outras foram mencionadas pelos empresários entrevistados, com grande dispersão de respostas para universidades de outros estados brasileiros.
No caso da USP, seu prestígio está especialmente relacionado com as Faculdades de Economia e Administração, de Engenharia e de Comunicação, nas quais se formou grande parte dos empresários de maior renome no comando das empresas pesquisadas.
No entanto, a FGV constitui, entre os empresários, a instituição mais associada, atualmente, aos padrões de modernidade de ensino relacionados aos desafios da competição de mercado. As demais instituições mencionadas ? PUC, Mackenzie e Fundação Armando álvares Penteado (FAAP) ? têm seu prestígio mais relacionado com seu nome do que com o reconhecimento de sua especificidade nos negócios.
Outro dado importante desta pesquisa reside nas menções às instituições de ensino superior que estão conquistando o respeito e a admiração dos empresários. Entre estas, o Ibmec desponta como a organização com maior visibilidade.
Entre as novas universidades, também foram mencionadas as instituições o Centro Universitário Nove de Julho (Uninove), a Universidade Paulista (Unip), a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e a Universidade São Judas.
Pelos dados colhidos, pode-se concluir que a tradição de universidades como USP, FGV e PUC tende a ser lentamente ultrapassada por estas novas instituições que se apresentam com imagem de maior modernidade e adequação às exigências de mercado.
"Nossa instituição faz questão de manter a tradição e qualidade de ensino. Por isso, nos preocupamos com a capacitação de nossos professores e a modernização dos métodos aplicados em aula", disse a vice-reitora acadêmica da PUC, Bader Sawaia.
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