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Patos recorre ao MEC para sediar curso

      
ROSâNGELA ARAéJO

O prefeito de Patos, Nabor Wanderley, vai pedir a intervenção do Ministério da Educação, na decisão final para a escolha da cidade-sede do curso de Medicina. Segundo informação da assessoria do prefeito, na próxima semana, ele viajará para Brasília, onde tentará uma reunião com o ministro, Fernando Haddad, para pedir que o órgão ministerial use sua força para manter valendo o relatório da comissão do MEC, que apontou Patos como cidade escolhida.

O resultado não agradou o reitor da UFCG, Thompson Mariz, que prefere a cidade de Cajazeiras e acredita que ela é a mais bem estruturada para instalar o curso e deixou a decisão final para o Colegiado Pleno da instituição, no dia 9 do próximo mês. O posicionamento de Thompson revoltou os representantes de Patos, que estavam presentes na reunião da última quarta-feira, no campus em Campina Grande, para o anúncio da cidade escolhida.

Nabor alega que a vontade e os critérios estabelecidos pela comissão devem ser levados em conta e que a cidade de Patos ganhou a concorrência de forma legal, não podendo a decisão da comissão ser ignorada pelo reitor. Ontem à noite, representantes de vários segmentos da sociedade patoense se reuniram com o prefeito na Associação Comercial da cidade, para discutir o problema e apontar soluções. Caso a intervenção do MEC não aconteça, o prefeito de Patos garante que vai recorrer à Justiça para manter o resultado da comissão.

Já Mariz, que se sentiu ultrajado com a reação dos políticos e representantes de Patos durante a reunião, disse que também vai tomar medidas para punir as pessoas que o denegriram em público, enquanto ele presidia a reunião do Conselho Universitário, na quarta. O reitor disse ter lamentado todos os insultos e que ele não podia ter sido tratado de tal forma dentro da universidade. Mariz falou que vai recorrer ao Ministério Público Federal para as medidas cabíveis e para isso, vai apresentar como prova dos insultos, as imagens gravadas durante o tumulto.

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