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Funcionários e alunos da Unesp param hoje

      
Um dia para expor reivindicações e cobrar providência do governo do Estado. Hoje, funcionários e alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) resolveram paralisar as atividades por um dia e fazer uma mesa-redonda no anfiteatro Guilherme Ferraz, por volta das 14h. Além de Bauru, a paralisação ocorrerá em outros câmpus da Unesp, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de São Paulo (USP) de todo o Estado, como Ilha Solteira, Rio Claro e Marília.

Estudantes e professores são contra a decisão do governador José Serra (PSDB), que reteve 15% da verba destinada para custeio das três universidades públicas paulistas. O governador também contingenciou 100% dos recursos aplicados em investimentos.

Milton Vieira do Prado Júnior, presidente da Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp), informou que os professores não aderiram ao movimento nesta primeira etapa. "A nova diretoria do sindicato está afastada da categoria", disse. Mas em outros câmpus os professores irão aderir e reivindicar mais recursos para a educação e melhores condições de trabalho.

Os alunos também têm pautas particulares: construção de um restaurante universitário, de um laboratório de biologia e passe livre para os alunos, entre outros. "Vamos colar cartazes pelo câmpus e mobilizar os alunos com ajuda da bateria da escola de samba", diz Fernanda Silva Rodrigues, representante do Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac) de Bauru.

Os funcionários da Unesp de Bauru também conseguiram adesão suficiente para paralisar as atividades hoje. "Acreditamos que grande parte dos 700 funcionários participem", alega o coordenador político do Sindicato dos Trabalhadores da Unesp (Sintunesp), Alberto de Souza.

Conforme o JC divulgou, quando assumiu o mandato, o governador criou a Secretaria de Ensino Superior. A pasta incorpora o Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais do Estado de São Paulo (Cruesp).

Funcionários e professores da USP trabalharão normalmente hoje. Apenas representantes do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) e da Associação dos Docentes da USP (Adusp) irão participar dos atos na Unesp. Segundo a diretora sindical do Sintusp Marina Moreira, não houve quórum suficiente para adesão na cidade.

Mas segundo Prado Júnior, não há indícios de greve agora. "A greve só virá se não houver negociação efetiva", ressalta.
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