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Professores param e UERR informa que alunos do interior não serão prejudicados

      
A Universidade Estadual de Roraima (UERR) informou que os alunos não serão prejudicados pela paralisação de um grupo de professores concursados lotados no interior do Estado. Segundo a UERR, a principal reivindicação do grupo é a mudança no texto da resolução que estabelece a gratificação por interiorização.

Os professores alegam que o pagamento da gratificação está atrasado desde fevereiro. De acordo com a Assessoria de Comunicação da UERR, o pagamento já começou a ser regularizado. Os valores da gratificação de interiorização foram aprovados no dia 07 de março, pelo Conselho Universitário da UERR.

A diretora do Departamento de Ensino, Nildete Melo, afirmou que a instituição não atenderá a solicitação dos professores, mas que todos os docentes poderão receber o auxílio dentro do que está estabelecido no Regimento da UERR. O valor da gratificação de interiorização é calculado com base na distância percorrida

"Os demais professores, que não estão contemplados nessa resolução, podem solicitar o ressarcimento de despesas de deslocamento à instituição. A UERR se dispôs a arcar com essas despesas, inclusive com datas retroativas", afirmou Nildete.

Para ter direito ao ressarcimento o professor deve apresentar qualquer documento que comprove a despesa por deslocamento, junto à Direção de Ensino da UERR. Até a manhã de ontem o Departamento de Ensino não tinha dados consistentes sobre a paralisação dos professores do interior.

Nildete Melo informou que a instituição só poderia saber com precisão quantos docentes aderiram ao movimento somente hoje, mas a UERR garantiu que os alunos não seriam prejudicados pela ausência de professores nas salas de aulas.

"Só teremos a confirmação de quantos professores aderiram ao movimento hoje [ontem] à noite, porque as aulas no interior acontecem neste período. Nenhum aluno será prejudicado pela ausência de professores. A UERR possui professores substitutos no seu quadro de funcionários que poderão suprir essa necessidade emergencial", disse.

A diretora explicou ainda que a universidade está pronta para atender às solicitações dos professores que se sentirem prejudicados. Informou ainda que antes da decisão do grupo de professores, foram realizadas duas reuniões para discutir o pagamento das gratificações.

A UERR possui 175 professores entre funcionários cedidos, concursados e substitutos. Desses, 19 docentes recebem a gratificação por interiorização que pode chegar a 35% de acréscimo no vencimento básico do servidor que esteja a serviço.

A distância também é o parâmetro utilizado para calcular o ressarcimento com despesas de deslocamento. A resolução do Conselho Universitário estabelece indenização de R$ 400 para quem se desloca até 400 quilômetros de distância da sede de sua lotação e R$ 300 para até 300 quilômetros de distância.

O valor mínimo é de R$ 100, que corresponde ao deslocamento de até 100 quilômetros de distância. A indenização será paga mensalmente ao servidor. Já quem utiliza veículo fornecido pela UERR não terá direito à indenização.
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