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Notícias

Servidores da UFSC param

      
O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina (Sintufsc) paralisou as atividades ontem, no Dia Nacional de Luta dos Servidores Federais. Como a paralisação de 24 horas foi decidida somente no dia anterior, muitos estudantes foram em vão até o restaurante e a Biblioteca Universitária, que estavam fechados.

Ontem, ao meio-dia, dezenas de alunos protestaram em frente à reitoria porque o Restaurante Universitário (RU) não estava servindo almoços. O RU serve diariamente mais de 2 mil refeições.

- Acho que vou almoçar no ãroporto - contou o estudante de Ciências Contábeis Fábio Soares, que trabalha no local.

Lá, o almoço custa R$ 10, enquanto no RU o custo é de R$ 1,50.

Os alunos chegaram ao restaurante para o almoço e o encontraram fechado. Alguns resolveram se reunir e seguiram até a reitoria, onde gritaram "almoço!" por diversas vezes. Em seguida, conversaram sobre os motivos da paralisação dos servidores e declararam apoio à mobilização. Eles afirmaram que a culpa é da situação pela qual as universidades federais passam atualmente.

Há possibilidade de greve longa, afirma sindicato

O coordenador-geral do Sintufsc, José de Assis, foi chamado para conversar com os alunos e explicou que a paralisação foi decidida somente na segunda-feira porque o sindicato nacional dos servidores esperava que o governo federal anunciasse a desistência do Projeto de Lei 01, o que não ocorreu. Segundo ele, o projeto prevê o congelamento dos salários dos servidores por 10 anos e não abre vagas para contratações.

- Se o projeto for para o Congresso, nós vamos para uma greve de seis, oito meses - afirmou Assis.

Após o discurso de Assis, os estudantes foram ao Diretório Central dos Estudantes (DCE), retiraram as duas mesas de sinuca que estavam no local e levaram até a reitoria. Eles discordam da postura do DCE, que não estaria realizando ações em defesa dos alunos.

- Eles apóiam a reitoria. Não entram no movimento estudantil - afirmou o estudante de Educação Física Rafãl Góes.

Os alunos também debateram questões como ampliação da moradia estudantil e do RU noturno.
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