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Mais três cursos para a Famerp

      
Boa notícia foi confirmada terça-feira pelo secretário de Ensino Superior do Estado, José Aristodemo Pinotti, em Rio Preto

Ricardo Boni

O prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, e Pinotti durante evento na Faculdade de Medicina

O secretário de Ensino Superior do Estado, José Aristodemo Pinotti, confirmou ontem a criação de mais três cursos para a Famerp de Rio Preto entre 2008 e 2009.

Os cursos escolhidos são psicologia, fisioterapia e educação física. Pinotti visitou a Famerp e a Unesp ontem, em Rio Preto.

Segundo o diretor-geral da Famerp, Humberto Liedtke Junior, o principal objetivo é formar uma universidade da saúde. "Serão 200 novas vagas."

O corpo docente será formado por mais 60 professores e 40 técnicos administrativos. A faculdade tem hoje dois cursos, um de medicina e outro de enfermagem, com 120 vagas nos dois juntos. Pinotti afirma que a Famerp tem autonomia para decisão de abertura de novos cursos. Conforme assessoria da faculdade, a proposta do projeto foi protocolada e entregue à Secretaria de Ensino Superior do Estado, mas depende de aprovação oficial para dar início às obras e contratações. A Famerp vai gastar cerca de R$ 1,5 milhão com os novos cursos.

O dinheiro para o investimento já está previsto no orçamento do Estado.

Novas salas serão construídas no próprio prédio da faculdade. "Temos estrutura física para receber as ampliações", diz o diretor. "A criação da Secretaria de Ensino Superior é um gesto de valorização das universidades. Melhora nosso acesso direto com o governo", afirma Liedtke. Conforme assessoria de imprensa da Famerp, outro projeto está sendo elaborado para criação de mais cursos, com data prevista de início para 2010.

O diretor-geral diz que os três novos cursos servirão como complemento para a formação dos médicos e enfermeiros da própria faculdade de Rio Preto.

Estrutura está defasada
O diretor-geral da faculdade, Humberto Liedtke Júnior, afirma que, a princípio, o projeto prevê a contratação de cem profissionais.

"Este número pode aumentar, tudo vai depender da vontade da Secretaria de Ensino Superior do Estado", afirma o diretor.

O quadro de funcionários da faculdade é defasado. Isso gerou problemas para a instituição como a suspensão de aulas no início do ano.

Na ocasião, Liedtke afirmou que, para o funcionamento ideal da Famerp, seriam necessários 800 funcionários, mas a faculdade tem 475. A Famerp afirma que o quadro de funcionários não é revisto há 12 anos. Desde então, teria perdido 207.
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